O Eu do vitimismo é algo que nasce na mente e depois passa para o centro emocional, transformando-nos em pessoas sofridas… O Eu da vitimismo nos faz sentir que carregamos uma cruz… uma cruz utópica, pois nos faz sentir abnegados.
Esta gravura representa a decadência da humanidade mergulhada na desordem absoluta, um nível muito baixo de ser, a vaidade. Tudo isso leva à decadência da humanidade mergulhada na desordem absoluta, a vaidade… leva à estupidez, à entropia total. A riqueza permite estupidez e total entropia.
Por ordem do santíssimo Theomegalogos, na aurora da criação, os Elohim se polarizaram, masculino e feminino, realizaram um ato de Magia Sexual puríssima e com palavras de poder, mantras foram dando forma às diversas dimensões do espaço sideral.
É dito que para a arte transmutatória alquímica é necessária uma enorme dose de paciência e sua aliada, a perseverança.
É o frontispício de um livro editado em 1690, em Londres e intitulado Aphorismi Urbigerani. Esta gravura nos remete novamente ao estudo do Sagrado ARCANO A.Z.F. e suas concomitâncias alquímicas.
Poderíamos chegar à seguinte conclusão sobre os dois casais citados acima: o terror nos faz fugir, mas o pudor contém esse ímpeto do medo, a indolência limita na ação, mas tem que parar quando a pobreza, que é consequência da mesma indolência, obriga a agir.
Para experimentar o AMOR CRÍSTICO, precisaremos ser traídos — daí o saco de moedas —, experimentar os três pregos da cruz do Redentor, sofrer com a coroa de espinhos a cada passo de nossa travessia, ser vítimas da insolência do Ego, devemos adquirir a vontade Crística, etc., etc., etc.
O autor desta gravura foi Hieronymus Wierix. A sabedoria está nas três forças da criação: Pai, Filho e Espírito Santo; condensadas em nossas energias criadoras.
Em 1630 foi publicado um livro de emblemas do Daniel Cramer chamado OCTOGINTA EMBLEMATA MORALIA NOVA ─ “oitenta novos emblemas morais”.
Esta é a gravura número 31.
Eu faço chegar, nesta oportunidade, um desenho que aparece em outro livro de emblemas intitulado Selectorum emblematum, “Emblemas selecionados”. Os textos pertencem ao poeta alemão Gabrielis Rollenhagi, 1583-1619 , e as gravuras a Crispijn van de Passe e Jan Jansson, 1588-1664 .









