“Homo interdum asperior fera” (O homem é mais feroz que a besta)https://vopus.org/wp-content/uploads/2026/05/el-hombre-es-mas-feroz-que-la-bestia-daniel-meisner-default.jpg850480V.M. Kwen Khan KhuV.M. Kwen Khan Khuhttps://secure.gravatar.com/avatar/e832d7de00772123ef7f897d80b0841daa13143ee04fa7c99f7a066face011ef?s=96&d=mm&r=g
A presente gravura pertence ao mesmo livro Thesaurus Philo-Politicus publicado a partir do ano 1623 pelo poeta Daniel Meisner e pelo ilustrador e editor Eberhard Kieser.
“Omnis dies, omnis hora, qvam nihil sumus, ostendit” (Cada dia, cada hora nos mostra o insignificantes que somos)https://vopus.org/wp-content/uploads/2026/05/lo-insignificantes-que-somos-daniel-meisner-default.jpg850480V.M. Kwen Khan KhuV.M. Kwen Khan Khuhttps://secure.gravatar.com/avatar/e832d7de00772123ef7f897d80b0841daa13143ee04fa7c99f7a066face011ef?s=96&d=mm&r=g
A imagem é uma gravura alegórica do século XVII intitulada Omnis dies, omnis hora, qvam nihil sumus, ostendit, “Cada dia, cada hora nos mostra o quão insignificantes somos”, que nos faz ver nossa própria nulidade. A obra faz parte da famosa série Thesaurus Philo-Politicus, publicada por Daniel Meisner e Eberhard Kieser em Frankfurt a partir de 1623.
“Considera cuid, cui et qvo” (Considera o que [dizes] a quem [o dizes] e onde [estás])https://vopus.org/wp-content/uploads/2026/04/considera-cuid-cui-et-qvo-daniel-meisner-default.jpg850480V.M. Kwen Khan KhuV.M. Kwen Khan Khuhttps://secure.gravatar.com/avatar/e832d7de00772123ef7f897d80b0841daa13143ee04fa7c99f7a066face011ef?s=96&d=mm&r=g
A presente gravura faz parte de uma vasta e famosa série de desenhos realizados para o livro Thesaurus Philopoliticus ─1623. Trata-se de mais de oitocentas reproduções de paisagens urbanas às quais o poeta alemão Daniel Meisner e o editor Eberhar Kieser adicionaram uma mensagem e uma imagem simbólica.
Esta gravura foi realizada pelo artista alemão Wolfgang Kilian ─1581-1662─ e foi publicada em um livro alquímico e de medicina escrito pelo médico alemão Malachias Geiger intitulado Microcosmus Hypochondriaca Tractatus ─1652─ “O Microcosmo hipocondríaco sobre a melancolia hipocondríaca”.
“Omnia mercurio, sulphure et sale” (Todas as coisas existem por meio de Mercúrio, Enxofre e Sal)https://vopus.org/wp-content/uploads/2026/04/todas-las-cosas-existen-por-medio-de-mercurio-azufre-y-sal-jacob-bornitz-default.jpg850480V.M. Kwen Khan KhuV.M. Kwen Khan Khuhttps://secure.gravatar.com/avatar/e832d7de00772123ef7f897d80b0841daa13143ee04fa7c99f7a066face011ef?s=96&d=mm&r=g
Envio-lhes esta gravura que é o quadragésimo quinto emblema do livro Emblematum sacrorum et civilium miscellaneorum ─ “Diversos emblemas sagrados e civis”─, escrito por Jacob Bornitz.
“Finitum producit infinitum” (O finito produz o infinito)https://vopus.org/wp-content/uploads/2026/03/finitum-producit-infinitum-jakob-bornitz-default.jpg850480V.M. Kwen Khan KhuV.M. Kwen Khan Khuhttps://secure.gravatar.com/avatar/e832d7de00772123ef7f897d80b0841daa13143ee04fa7c99f7a066face011ef?s=96&d=mm&r=g
Podemos ver um pano sobre o qual estão escritas notas musicais, dando-nos a entender que a base da criação reside nas mesmas e nas oitavas que pudermos apreciar. Este é um dos mistérios que envolvem o próprio THEOMEGALOGOS.
“Virtute duce comite fortuna” (Com a virtude como guia, com a sorte como companheira)https://vopus.org/wp-content/uploads/2026/01/virtud-como-guia-suerte-como-companera-gabriel-rollenhagen-default.jpg850480V.M. Kwen Khan KhuV.M. Kwen Khan Khuhttps://secure.gravatar.com/avatar/e832d7de00772123ef7f897d80b0841daa13143ee04fa7c99f7a066face011ef?s=96&d=mm&r=g
É necessário que mortifiquemos e decomponhamos esta terra, o que equivale a matar o grifo e pescar o peixe, a separar o fogo da terra, o sutil do denso, “suavemente, com grande habilidade e prudência”, como ensina Hermes em sua Tábua de Esmeralda. […]
O gênio de Salvador Rosahttps://vopus.org/wp-content/uploads/2026/01/el-genio-de-salvador-rosa-salvador-rosa-default.jpg850480V.M. Kwen Khan KhuV.M. Kwen Khan Khuhttps://secure.gravatar.com/avatar/e832d7de00772123ef7f897d80b0841daa13143ee04fa7c99f7a066face011ef?s=96&d=mm&r=g
Esta gravura que nos mostra Salvador Rosa, pintor e filósofo, que nos quis expor as duas faces de uma moeda: de um lado a vida supérflua, vazia e veneradora das coisas materiais como se se tratasse de algo transcendental; do outro lado nos aponta que a única coisa que vale a pena viver é, justamente, para os valores do espírito ─ a indiferença à morte, a sinceridade, à qual o pintor oferece seu coração e seus mais profundos sentimentos…
“Speis fidei semen promissae firma salvtis anchora, per christvm gavdia restitvit” (A esperança, semente da fé, âncora firme da salvação prometida, por meio de Cristo, restaura a alegria)https://vopus.org/wp-content/uploads/2025/08/speis-fidei-semen-promissae-firma-salvtis-anchora-hieronymus-wierix.jpg850480V.M. Kwen Khan KhuV.M. Kwen Khan Khuhttps://secure.gravatar.com/avatar/e832d7de00772123ef7f897d80b0841daa13143ee04fa7c99f7a066face011ef?s=96&d=mm&r=g
Ao centro, vemos uma figura feminina alada sobre uma âncora, usando uma coroa de louros na cabeça, semeando trigo e apontando para o céu. Inquestionavelmente, a mulher em questão é a VIRGEM MÃE NATUREZA — daí a coroa de louros na cabeça — e aos seus pés está a ÂNCORA que, além de alegorizar as três forças primárias, representa na Maçonaria o final da obra hermética.