O insignificantes que somos, Daniel Meisner

“Omnis dies, omnis hora, qvam nihil sumus, ostendit” (Cada dia, cada hora nos mostra o insignificantes que somos)

“Omnis dies, omnis hora, qvam nihil sumus, ostendit” (Cada dia, cada hora nos mostra o insignificantes que somos) 850 480 V.M. Kwen Khan Khu

A imagem é uma gravura alegórica do século XVII intitulada Omnis dies, omnis hora, qvam nihil sumus, ostendit, “Cada dia, cada hora nos mostra o quão insignificantes somos”, que nos faz ver nossa própria nulidade. A obra faz parte da famosa série Thesaurus Philo-Politicus, publicada por Daniel Meisner e Eberhard Kieser em Frankfurt a partir de 1623.

O gênio de Salvador Rosa

O gênio de Salvador Rosa

O gênio de Salvador Rosa 850 480 V.M. Kwen Khan Khu

Esta gravura que nos mostra Salvador Rosa, pintor e filósofo, que nos quis expor as duas faces de uma moeda: de um lado a vida supérflua, vazia e veneradora das coisas materiais como se se tratasse de algo transcendental; do outro lado nos aponta que a única coisa que vale a pena viver é, justamente, para os valores do espírito ─ a indiferença à morte, a sinceridade, à qual o pintor oferece seu coração e seus mais profundos sentimentos…