Esta gravura é o emblema 97 do livro Morosophie ─1553─, escrito por Guillaume la Perriere, um humanista e escritor francês.
A tradução da frase em francês: ‘Olhem e vejam que a árvore da sabedoria ─da qual convém que o homem seja instruído─ crava raízes no coração e se eleva tanto que tem que tirar o fruto pela boca’.
A humanidade adormecida, que não tem individualidade sagrada, aprecie mais as coisas que constituem a fantasia egoica em vez de ansiar nos aproximar do mundo crístico.
Podemos ver um pano sobre o qual estão escritas notas musicais, levando-nos a entender que a base da criação reside nelas e nas próprias oitavas que pudermos apreciar. Este é um dos mistérios que envolvem o próprio THEOMEGALOGOS.
Mas o que acima de tudo devemos ter em conta, outorgando a prioridade na ciência que nos interessa, é a elevada virtude purificadora que possui o fogo. Princípio puro por excelência e manifestação física da própria pureza, assim indica sua origem espiritual e revela sua filiação divina.
Vos faço chegar esta imagem do Deus Mercúrio, baixo-relevo da Capela do Zodíaco do Templo Malatestiano de Rímini, na Itália. O autor é o escultor italiano Agostino di Duccio ─1418-1481─.
Esta gravura está nos dizendo o que afirmaram e continuam afirmando os verdadeiros Mestres da arte hermética: «Na água dorme o fogo»…
É necessário que mortifiquemos e decomponhamos esta terra, o que equivale a matar o grifo e pescar o peixe, a separar o fogo da terra, o sutil do denso, “suavemente, com grande habilidade e prudência”, como ensina Hermes em sua Tábua de Esmeralda. […]
Estou feliz em enviar-lhes este óleo de um artista chamado Lorenzo Lotto, dos tempos de 1505. Esta obra está preservada na Galeria Nacional de Arte de Washington.
O título desta obra artística é Alegoria da castidade ou Alegoria do sono vigilante da alma.
O entusiasmo místico é um ingrediente básico na busca permanente do SER.
Tal entusiasmo nos abre as portas das ideias, os arquétipos superiores, a COMPREENSÃO do trabalho gnóstico e a correspondente continuidade de propósitos.
A presente gravura foi feita pelo jesuíta Ioanne David, 1546-1613, e desenvolvida no oitavo capítulo de seu livro intitulado Dvodecim specvla Devm aliqvando videre desideranti concinnata.









