A presente gravura foi feita pelo jesuíta Ioanne David, 1546-1613, e desenvolvida no oitavo capítulo de seu livro intitulado Dvodecim specvla Devm aliqvando videre desideranti concinnata.
Querido Mestre, peço-lhe que me permita, por favor, perguntar algumas coisas. Mesmo que sejam coisas que o senhor já explicou várias vezes, me ajudaria fazer uma revisão e receber mais temas de reflexão da sua parte.
O gênio de Salvador Rosahttps://vopus.org/wp-content/uploads/2026/01/el-genio-de-salvador-rosa-salvador-rosa-default.jpg850480V.M. Kwen Khan KhuV.M. Kwen Khan Khuhttps://secure.gravatar.com/avatar/e832d7de00772123ef7f897d80b0841daa13143ee04fa7c99f7a066face011ef?s=96&d=mm&r=g
Esta gravura que nos mostra Salvador Rosa, pintor e filósofo, que nos quis expor as duas faces de uma moeda: de um lado a vida supérflua, vazia e veneradora das coisas materiais como se se tratasse de algo transcendental; do outro lado nos aponta que a única coisa que vale a pena viver é, justamente, para os valores do espírito ─ a indiferença à morte, a sinceridade, à qual o pintor oferece seu coração e seus mais profundos sentimentos…
“Speis fidei semen promissae firma salvtis anchora, per christvm gavdia restitvit” (A esperança, semente da fé, âncora firme da salvação prometida, por meio de Cristo, restaura a alegria)https://vopus.org/wp-content/uploads/2025/08/speis-fidei-semen-promissae-firma-salvtis-anchora-hieronymus-wierix.jpg850480V.M. Kwen Khan KhuV.M. Kwen Khan Khuhttps://secure.gravatar.com/avatar/e832d7de00772123ef7f897d80b0841daa13143ee04fa7c99f7a066face011ef?s=96&d=mm&r=g
Ao centro, vemos uma figura feminina alada sobre uma âncora, usando uma coroa de louros na cabeça, semeando trigo e apontando para o céu. Inquestionavelmente, a mulher em questão é a VIRGEM MÃE NATUREZA — daí a coroa de louros na cabeça — e aos seus pés está a ÂNCORA que, além de alegorizar as três forças primárias, representa na Maçonaria o final da obra hermética.
Conheça a si mesmohttps://vopus.org/wp-content/uploads/2025/05/conocete-a-ti-mismo-theodoor-galle-default.jpg850480V.M. Kwen Khan KhuV.M. Kwen Khan Khuhttps://secure.gravatar.com/avatar/e832d7de00772123ef7f897d80b0841daa13143ee04fa7c99f7a066face011ef?s=96&d=mm&r=g
Estou enviando o sexto desenho com o qual Theodoor Galle ilustrou o livro Dvodecim specula Devm aliquando videre desideranti concinnata, “Doze espelhos devidamente dispostos para quem deseja um dia ver a Deus”, escrito pelo jesuíta Ioanne David. O título é Conheça a si mesmo.
“Imagini delli Dei de gl’Antichi” (Imagens dos Deuses da antiguidade)https://vopus.org/wp-content/uploads/2025/12/imagini-delli-dei-de-glantichi-angerona-dios-silencio-dios-harpocrates-vincenzo-cartari-default.jpg850480V.M. Kwen Khan KhuV.M. Kwen Khan Khuhttps://secure.gravatar.com/avatar/e832d7de00772123ef7f897d80b0841daa13143ee04fa7c99f7a066face011ef?s=96&d=mm&r=g
Este livro foi escrito por Vincenzo Cartari, um mitógrafo e diplomata italiano do Renascimento. A imagem representa a Deusa Angerona, o Deus do Silêncio e o Deus Harpócrates.
O Eu do vitimismohttps://vopus.org/wp-content/uploads/2025/11/el-yo-del-victimismo-kwen-khan-khu.jpg850480V.M. Kwen Khan KhuV.M. Kwen Khan Khuhttps://secure.gravatar.com/avatar/e832d7de00772123ef7f897d80b0841daa13143ee04fa7c99f7a066face011ef?s=96&d=mm&r=g
O Eu do vitimismo é algo que nasce na mente e depois passa para o centro emocional, transformando-nos em pessoas sofridas… O Eu da vitimismo nos faz sentir que carregamos uma cruz… uma cruz utópica, pois nos faz sentir abnegados.
“Stvltitiam pativntvr opes” (A riqueza permite a estupidez)https://vopus.org/wp-content/uploads/2024/11/stvltitiam-pativntvr-opes-wealth-permits-stupidity-raphael-sadeler.jpg850480V.M. Kwen Khan KhuV.M. Kwen Khan Khuhttps://secure.gravatar.com/avatar/e832d7de00772123ef7f897d80b0841daa13143ee04fa7c99f7a066face011ef?s=96&d=mm&r=g
Esta gravura representa a decadência da humanidade mergulhada na desordem absoluta, um nível muito baixo de ser, a vaidade. Tudo isso leva à decadência da humanidade mergulhada na desordem absoluta, a vaidade… leva à estupidez, à entropia total. A riqueza permite estupidez e total entropia.
Por ordem do santíssimo Theomegalogos, na aurora da criação, os Elohim se polarizaram, masculino e feminino, realizaram um ato de Magia Sexual puríssima e com palavras de poder, mantras foram dando forma às diversas dimensões do espaço sideral.