{"id":6693,"date":"2020-05-18T22:05:02","date_gmt":"2020-05-18T22:05:02","guid":{"rendered":"https:\/\/vopus.org\/por-que-la-naturaleza-de-dios-ha-de-ser-determinantemente-infinita\/"},"modified":"2021-02-14T03:28:39","modified_gmt":"2021-02-14T02:28:39","slug":"por-que-la-naturaleza-de-dios-ha-de-ser-determinantemente-infinita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/por-que-la-naturaleza-de-dios-ha-de-ser-determinantemente-infinita\/","title":{"rendered":"Por que a natureza de deus h\u00e1 de ser, determinantemente, infinita?"},"content":{"rendered":"\n<p>Queridos leitores:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa ocasi\u00e3o decidi lhes escrever umas palavras sobre:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>POR QUE A NATUREZA DE DEUS H\u00c1 DE SER, DETERMINANTEMENTE, INFINITA?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Desde tempos remotos, na antiga \u00cdndia, na antiga China, passando por Gr\u00e9cia, Mesopot\u00e2mia, as culturas maias e mexicas assim como tamb\u00e9m pelos povos da Indon\u00e9sia, da Mong\u00f3lia, etc., etc., etc., existiu uma verdadeira controv\u00e9rsia sobre a natureza disso que chamamos, religiosamente, de Deus.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em torno a esta controv\u00e9rsia se desataram variad\u00edssimas opini\u00f5es entre te\u00f3logos e fil\u00f3sofos tratando todos de definir qual \u00e9 a natureza de Deus; no entanto, salvo alguns esclarecidos como Her\u00e1clito na Gr\u00e9cia, poucos conseguiram concretizar a aut\u00eantica natureza do divinal e, sobretudo, o fato de que tenha sido catalogado como algo infinito.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Obviamente e por desgra\u00e7a, uma multid\u00e3o de fil\u00f3sofos e te\u00f3logos verteram muit\u00edssimas opini\u00f5es sobre este assunto recorrendo sempre ao uso da RAZ\u00c3O. Por\u00e9m para n\u00f3s, os que amamos a Gnose, a raz\u00e3o \u00e9 um instrumento muito pobre para indagar o mundo do metaf\u00edsico, eterno e sagrado. N\u00f3s, gra\u00e7as \u00e0 Gnose contempor\u00e2nea aportada pelo indiv\u00edduo mais exaltado do s\u00e9culo XX, o V. M. Samael Aun Weor, hoje sabemos que o psiquismo, ou a mente, tem tr\u00eas faces que ele mesmo definiu da seguinte maneira:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>MENTE SENSUAL, que obedece somente ao que lhe aportam os cinco sentidos da m\u00e1quina org\u00e2nica e dali tira suas conclus\u00f5es err\u00f4neas.&nbsp;<\/li><li>MENTE INTERMEDI\u00c1RIA, a qual se debate entre o SIM e o N\u00c3O, o branco e o negro, o obscuro e o luminoso&#8230; ou seja, sempre est\u00e1 em um constante batalhar e, \u00e0s vezes, entra em reflex\u00f5es que podem chegar a aportar ao homem algumas considera\u00e7\u00f5es temporais, leia-se: os argumentos cient\u00edficos que hoje dizem uma coisa para amanh\u00e3 contradiz\u00ea-los com outra conclus\u00f5es&#8230;&nbsp;<\/li><li>MENTE INTERIOR, \u00e9 aquela que pode receber diretamente, das partes mais elevadas disso que chamamos O SER, as revela\u00e7\u00f5es sobre o que n\u00e3o pode ser concebido intelectualmente. Normalmente, este estado do psiquismo aporta informa\u00e7\u00f5es utilizando a aus\u00eancia do batalhar das ant\u00edteses e valendo-se muitas vezes dos chamados \u00caxtases ou Samadhis falando em termos orientais.&nbsp;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Justamente, para chegar a ter uma MENTE INTERIOR o ser humano necessita ter conseguido apaziguar a desordem mental da&nbsp;MENTE SENSUAL&nbsp;e da&nbsp;MENTE INTERMEDI\u00c1RIA, para estar \u00e0 altura do que lhe ser\u00e1 mostrado nesses estados de arrebatamento m\u00edstico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mediante a Gnose, nosso Patriarca, o V. M. Samael, nos explica que durante a experimenta\u00e7\u00e3o de um MAHA-SAMADHI ele conseguiu abandonar todos os funcionamentos da MENTE SENSUAL e da MENTE INTERMEDI\u00c1RIA para se entregar a uma experi\u00eancia m\u00edstica transcendental que o transportou mais al\u00e9m das supradimens\u00f5es do hiperespa\u00e7o e chegou ent\u00e3o at\u00e9 as fronteiras do Espa\u00e7o Abstrato Absoluto. Estando naquela regi\u00e3o supradivinal, nosso querido Mestre se encontrou ent\u00e3o frente ao guardi\u00e3o de um templo localizado naquelas reconditezas espirituais. Assim, ent\u00e3o, o Patriarca Samael perguntou ao supracitado guardi\u00e3o:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500&nbsp;\u00c9 aqui onde termina isso que chamamos de Deus?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A resposta daquele sacrat\u00edssimo guardi\u00e3o \u00e0 pergunta do Vener\u00e1vel foi:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500<strong>&nbsp;N\u00e3o, aqui \u00e9 onde come\u00e7a Deus!!!<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Aquela resposta deixou at\u00f4nito o Avatara de Aqu\u00e1rio, pois ele havia atravessado regi\u00f5es c\u00f3smicas que em Gnose chamados de AEONS ou COSMOS do universo e se encontrou com a tremenda realidade de que isso que \u00e9 A ESS\u00caNCIA DOS UNIVERSOS era algo SEM LIMITE ALGUM, ainda que intelectualmente o Mestre Samael j\u00e1 o soubesse, por\u00e9m uma coisa \u00e9 saber intelectualmente e outra coisa,&nbsp;queridos amigos, \u00e9 chocar-se com essa crua realidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Agora bem, ao chegar a estas alturas de nossas reflex\u00f5es cabe perguntar-nos: mas por que Deus fez a si mesmo INFINITO?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta: porque se o homem conhecesse ou encontrasse um limite ao Criador supremo, ocorreria o que ocorreu quando o humanoide terr\u00e1queo soube que a terra era composta de camadas ou cascas e que no centro dela h\u00e1 magma e muitas outras coisas mais e, uma vez sabido isso, pois passa a ser, para o humanoide cientificoide, algo de segunda classe, ou seja, algo que passa a ocupar o terreno da trivialidade. Por isso, Deus deixaria de ser Deus&#8230;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Indubitavelmente que a natureza de Deus, sendo INFINITA, permite \u00e0s almas e a todo ente humano de nosso mundo ou de qualquer mundo do espa\u00e7o interestelar despertar a curiosidade do pr\u00f3prio para com o sacrat\u00edssimo Demiurgo e nunca cessar\u00e1, portanto, de ser motivo de pesquisa, de an\u00e1lise, de assombro, de gozo an\u00edmico, de regozijo \u00edntimo quando perceba determinado fen\u00f4meno ligado ao divinal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em seu tempo, o memor\u00e1vel Pit\u00e1goras afirmou que&nbsp;<strong>O N\u00daMERO ERA EXATO E INFINITO e isto lhe dava car\u00e1ter sagrado!!<\/strong>&nbsp;E n\u00e3o lhe faltava raz\u00e3o, pois, certamente, se come\u00e7assemos a contar sem parar, n\u00e3o terminar\u00edamos nunca. Isto levou outros fil\u00f3sofos \u00e0 conclus\u00e3o segundo a qual&nbsp;<strong>Deus \u00e9 aquela circunfer\u00eancia cujo centro est\u00e1 em todas as partes e seu limite em nenhuma!!<\/strong>, aludindo dessa maneira aos c\u00e1lculos exatos do Grande Arquiteto do Universo, como o denominam os ma\u00e7ons&#8230; Assim ficou definido Deus como o grande matem\u00e1tico e ge\u00f4metra dos universos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Temos, tamb\u00e9m, de declarar que a percep\u00e7\u00e3o disso que chamamos de Deus \u00e9 distinta em cada Adepto que tenha conseguido aproximar-se da natureza infinita do Criador, pois nesta percep\u00e7\u00e3o haveria que tomar em conta a qualidade da PEDRA&nbsp;\u2500&nbsp;de cada um&nbsp;\u2500&nbsp; e os diversos funcionamentos que tenha conseguido determinado Adepto; tamb\u00e9m, se esse Adepto tem ou n\u00e3o os quatro Kayas de exalta\u00e7\u00e3o, todo o qual redundaria na obten\u00e7\u00e3o de mais e mais informa\u00e7\u00f5es sobre o INSOND\u00c1VEL&nbsp;\u2500&nbsp;leia-se: Deus.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Concluo esse breve ex\u00f3rdio com uma frase magistral comentada no mundo da verdadeira espiritualidade e do aut\u00eantico ocultismo:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>&#8220;A gl\u00f3ria de Deus consiste em ocultar seus segredos e a do homem em descobri-los!&#8221;<\/em><\/strong>&nbsp;Esta m\u00e1xima \u00e9 atribu\u00edda ao s\u00e1bio Salom\u00e3o&#8230;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Deixo-lhes algumas frases para a reflex\u00e3o:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>&#8220;Muito pr\u00f3ximo do ocaso de minha vida, escuto as sinfonias imortais dos mundos que me convidam. \u00c9 maravilhoso, por\u00e9m simples&#8221;&#8230;<\/em><\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Victor Hugo&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>&#8220;N\u00e3o h\u00e1 luz que se acenda na intelig\u00eancia que n\u00e3o v\u00e1 acender seu fogo no cora\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/em><\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ahrens&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>&#8220;A inspira\u00e7\u00e3o \u00e9 a oportunidade do g\u00eanio&#8221;.<\/em><\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Balzac&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>&#8220;Todas as ci\u00eancias t\u00eam seus atrativos, por\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 outra que tenha vantagem, nem que talvez se iguale, \u00e0 matem\u00e1tica em absorver a aten\u00e7\u00e3o e em distrair fortemente a alma de toda classe de objetivos&#8221;.<\/em><\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Balmes&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><em>Oremos&#8230;<\/em><\/strong>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Queridos leitores:&nbsp; Nessa ocasi\u00e3o decidi lhes escrever umas palavras sobre:&nbsp; POR QUE A NATUREZA DE DEUS H\u00c1 DE SER, DETERMINANTEMENTE, INFINITA?&nbsp; Desde tempos remotos, na antiga \u00cdndia, na antiga China, passando por Gr\u00e9cia, Mesopot\u00e2mia, as culturas maias e mexicas assim como tamb\u00e9m pelos povos da Indon\u00e9sia, da Mong\u00f3lia, etc., etc., etc., existiu uma verdadeira controv\u00e9rsia [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":6694,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[141,166],"tags":[],"contenido":[274],"fuente":[49],"pilar":[],"fase":[],"conferencia":[],"read_online":[],"author_tax":[325],"class_list":["post-6693","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-metafisica-pt-br","category-cabala","contenido-artigos","fuente-maestro","author_tax-v-m-kwen-khan-khu-pt-br"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6693","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6693"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6693\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6694"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6693"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6693"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6693"},{"taxonomy":"contenido","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/contenido?post=6693"},{"taxonomy":"fuente","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/fuente?post=6693"},{"taxonomy":"pilar","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pilar?post=6693"},{"taxonomy":"fase","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/fase?post=6693"},{"taxonomy":"conferencia","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/conferencia?post=6693"},{"taxonomy":"read_online","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/read_online?post=6693"},{"taxonomy":"author_tax","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/author_tax?post=6693"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}