{"id":44677,"date":"2026-04-30T11:37:17","date_gmt":"2026-04-30T14:37:17","guid":{"rendered":"https:\/\/vopus.org\/?p=44677"},"modified":"2026-04-30T11:37:19","modified_gmt":"2026-04-30T14:37:19","slug":"todas-as-coisas-existem-por-meio-de-mercurio-enxofre-e-sal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/todas-as-coisas-existem-por-meio-de-mercurio-enxofre-e-sal\/","title":{"rendered":"&#8220;Omnia mercurio, sulphure et sale&#8221; (Todas as coisas existem por meio de Merc\u00fario, Enxofre e Sal)"},"content":{"rendered":"\n<p>Amad\u00edssimos amigos e amigas:<\/p>\n\n<p>Envio-lhes esta gravura que \u00e9 o quadrag\u00e9simo quinto emblema do livro <em>Emblematum sacrorum et civilium miscellaneorum<\/em> \u2500 \u201cDiversos emblemas sagrados e civis\u201d\u2500, escrito por Jacob Bornitz \u25001560-1625\u2500<\/p>\n\n<p>O t\u00edtulo desta gravura \u00e9:<\/p>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\" id=\"h-omnia-mercurio-sulphure-et-sale-todas-las-cosas-existen-por-medio-de-mercurio-azufre-y-sal\"><strong><em>\u2026OMNIA MERCURIO, SULPHURE ET SALE<\/em><\/strong><br \/>\u2500 &#8220;Todas as coisas existem por meio de Merc\u00fario, Enxfre e Sal&#8221; \u2500<\/h2>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"960\" height=\"991\" src=\"https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/todas-las-cosas-existen-por-medio-de-mercurio-azufre-y-sal-jacob-bornitz-960x991.jpg\" alt=\"Todas as coisas existem por meio de Merc&#xFA;rio, Enxofre e Sal, Jacob Bornitz\" class=\"wp-image-44562\" title=\"Todas as coisas existem por meio de Merc&#xFA;rio, Enxofre e Sal, Jacob Bornitz\" srcset=\"https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/todas-las-cosas-existen-por-medio-de-mercurio-azufre-y-sal-jacob-bornitz-960x991.jpg 960w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/todas-las-cosas-existen-por-medio-de-mercurio-azufre-y-sal-jacob-bornitz-480x495.jpg 480w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/todas-las-cosas-existen-por-medio-de-mercurio-azufre-y-sal-jacob-bornitz-768x793.jpg 768w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/todas-las-cosas-existen-por-medio-de-mercurio-azufre-y-sal-jacob-bornitz.jpg 700w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/figure><\/div>\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">Principium trinum est, quo cuncta creata ligantur: Si dubitas, faciunt haec resoluta fidem.<\/pre>\n\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: \u201cTriplo \u00e9 o princ\u00edpio pelo qual todas as coisas criadas s\u00e3o mantidas unidas: Se duvidares, estas coisas esclarecidas proporcionam f\u00e9\u201d.<\/p>\n\n<p>O Vener\u00e1vel Mestre Samael, desvelador da Gnose contempor\u00e2nea, afirma contundentemente em suas diversas disserta\u00e7\u00f5es que todo o pr\u00f3prio universo \u00e9 filho da uni\u00e3o dessas tr\u00eas subst\u00e2ncias que ele chama de SAL, ENXOFRE E MERC\u00daRIO. Nos diz, igualmente, que tais subst\u00e2ncias originalmente constituem o que, em termos alqu\u00edmicos, \u00e9 chamado de <strong>O ARCH\u00c9<\/strong>. E nos assevera que desse ARCH\u00c9 surgem depois as diversas metamorfoses que, finalmente, d\u00e3o origem \u00e0 pr\u00f3pria cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n<p>Palavras do V.M. Samael Aun Weor, <em>O Quinto Evangelho<\/em> tomo III:<\/p>\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>\u00abInquestionavelmente, o primeiro que temos \u00e9 o azougue bruto, o esperma sagrado. Segundo, a energia sexual, resultado da transmuta\u00e7\u00e3o do esperma. Terceiro, o merc\u00fario fecundado pelo enxofre ou, em outros termos, a energia sexual j\u00e1 fecundada pelo Fogo Sagrado, mescla de energia e fogo que sobe pela espinha dorsal para levar-nos \u00e0 Autorrealiza\u00e7\u00e3o \u00edntima do Ser. Este terceiro merc\u00fario \u00e9 o <strong>\u00abArch\u00e9\u00bb<\/strong> dos gregos. De modo que no <strong>\u00abArch\u00e9\u00bb<\/strong> h\u00e1 sal, h\u00e1 enxofre, h\u00e1 merc\u00fario; isso \u00e9 \u00f3bvio.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>L\u00e1 em cima, no macrocosmo, a nebulosa, por exemplo, \u00e9 composta de sal, enxofre e merc\u00fario. Ali h\u00e1 <strong>Arch\u00e9<\/strong>, \u00e9 o <strong>Arch\u00e9<\/strong> dos gregos. Dali saem as unidades c\u00f3smicas. Aqui embaixo, n\u00f3s precisamos fabricar o <strong>Arch\u00e9<\/strong>. Como? Mediante a transmuta\u00e7\u00e3o. E desse <strong>Arch\u00e9<\/strong>, que ser\u00e1 um composto de sal, de enxofre e de merc\u00fario, nascer\u00e3o os Corpos Existenciais Superiores do Ser. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>Em todo caso, meus caros irm\u00e3os, realizar a Grande Obra \u00e9 a \u00fanica coisa pela qual vale a pena viver. Pedro, o amado disc\u00edpulo de nosso Senhor, o Cristo, tem como evangelho o Grande Arcano, os mist\u00e9rios do sexo. Foi por isso que Jesus o chamou Petrus, \u201cpedra\u201d: \u00abTu \u00e9s pedra, e sobre essa pedra edificarei minha Igreja\u00bb. O sexo \u00e9 a pedra b\u00e1sica, a pedra bruta, a pedra que n\u00f3s devemos cinzelar \u00e0 base de cinzel e martelo para transform\u00e1-la na Pedra C\u00fabica perfeita. Essa pedra sem cinzelar \u2013 a pedra bruta em si mesma \u2013 \u00e9 L\u00facifer. J\u00e1 cinzelada \u00e9 nosso Logoi interior, o <strong>\u00abArch\u00e9\u00bb<\/strong> dos gregos. O importante \u00e9 cinzel\u00e1-la, trabalhar com ela, elabor\u00e1-la, dar-lhe forma c\u00fabica perfeita. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>Criar tais corpos \u00e9 poss\u00edvel quando se conhece a fundo a Alquimia sexual. Os velhos alquimistas medievais nos falam do sal, do enxofre e do merc\u00fario; os gregos, em sua concep\u00e7\u00e3o sobre a origem da cria\u00e7\u00e3o, afirmavam que do \u00abArch\u00e9\u00bb saem os mundos.<\/p>\n\n\n\n<p>O \u00abArch\u00e9\u00bb dos gregos \u2013ou Archeus, como tamb\u00e9m se diz\u2013 \u00e9 formado por essas tr\u00eas subst\u00e2ncias universais que s\u00e3o o sal, o enxofre e o merc\u00fario. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>Queremos ter os corpos astral, mental e causal? Fabriquemos o Arch\u00e9 dentro de n\u00f3s mesmos. A intelig\u00eancia universal quer criar um novo sistema solar? Tem que fabricar o Arch\u00e9 l\u00e1 em cima, no espa\u00e7o interplanet\u00e1rio. \u00abAssim como \u00e9 acima, \u00e9 embaixo\u00bb. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>Obviamente, \u00e9 necess\u00e1rio dizer o modo, a maneira de fabricar o Arch\u00e9, pois \u00e9 da\u00ed que vamos tirar os Corpos Existenciais Superiores do Ser, os corpos que v\u00e3o nos converter homens de verdade. Eu nada ganharia em dar-lhes todas essas explica\u00e7\u00f5es se n\u00e3o lhes ensinasse a fabricar o Archeus. Voc\u00eas t\u00eam que saber como se fabrica; do contr\u00e1rio, esta palestra seria muito ilustrativa, mas sem uma aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p>Sal, enxofre e merc\u00fario: fundamentos do Arch\u00e9. O que \u00e9 o sal? Jesus, o Grande Kabir, disse: \u00abSe o sal se degenerasse, com que se temperariam os alimentos?\u00bb; ou mais ou menos: \u00abV\u00f3s sois o sal da terra\u00bb. Mas o sal \u2013diz ele\u2013 est\u00e1 degenerado, somente servir\u00e1 para as trevas exteriores, onde se ouve o pranto e o ranger de dentes. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>Quando tal energia recebe o Fogo, quando \u00e9 alimentada pelo enxofre, o Arch\u00e9 \u00e9 criado inevitavelmente. De modo que o merc\u00fario deve ser fecundado pelo enxofre \u2013 o Fogo Sagrado do Esp\u00edrito Santo em n\u00f3s \u2013; e as opera\u00e7\u00f5es do Fogo \u2013 do enxofre \u2013 e do merc\u00fario sobre o sal s\u00e3o espl\u00eandidas, fica formado o Exioehary. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>Assim se chega a possuir os Corpos Existenciais Superiores do Ser. Mas \u00e9 preciso formar, antes de tudo, o Arch\u00e9 em n\u00f3s, \u00e0 base de sal, de enxofre e de merc\u00fario; da\u00ed, desse Arch\u00e9, brotam os Corpos Existenciais Superiores do Ser.<\/p>\n\n\n\n<p>L\u00e1 em cima, desse Arch\u00e9, brotam as estrelas, os mundos, que brilham e palpitam no espa\u00e7o infinito, porque \u00abtal como \u00e9 acima, \u00e9 embaixo\u00bb; no microcosmo se repete o que sucede l\u00e1 em cima, no macrocosmo. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, bem vale a pena compreender todas essas opera\u00e7\u00f5es do azougue ou do merc\u00fario. Para isso, tra\u00e7arei aqui um desenho, espec\u00edfico, definido, como uma esp\u00e9cie de primeira garrafa que eu chamaria de primeiro merc\u00fario, ou seja, azougue. Azougue igual a esperma. Mas essa primeira garrafa, ou primeiro recipiente, d\u00e1 origem a um segundo recipiente, que \u00e9 o segundo merc\u00fario; e o segundo merc\u00fario, por sua vez, d\u00e1 origem a um terceiro merc\u00fario, que \u00e9 o merc\u00fario fecundado pelo enxofre. Esse terceiro merc\u00fario \u00e9 o mais importante. Porque o terceiro merc\u00fario \u00e9 o que se chama, entre os gregos, o famoso \u00abArch\u00e9 ou Archeus\u00bb. Deste terceiro merc\u00fario, que \u00e9 o Arch\u00e9, saem os Corpos Existenciais Superiores do Ser. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>O que \u00e9 a nebulosa? O que \u00e9 o Arch\u00e9 macroc\u00f3smico? \u00c9 uma mescla de sal, enxofre e merc\u00fario. E tamb\u00e9m aqui est\u00e1 o sal, o enxofre e o merc\u00fario. O sal est\u00e1 contido no esperma sagrado e se sublima com as transmuta\u00e7\u00f5es. De modo que no Arch\u00e9 do microcosmo h\u00e1 tamb\u00e9m sal, enxofre e merc\u00fario. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>M. Aqui embaixo tem que ser o mesmo. Se l\u00e1 em cima, para que os mundos saiam, surjam \u00e0 exist\u00eancia, se necessita a mat\u00e9ria-prima que \u00e9 o Arch\u00e9 \u2013 mescla de sal, enxofre e merc\u00fario \u2013, aqui embaixo, no microcosmo-homem, tamb\u00e9m h\u00e1 que elaborar nossa nebulosa particular, individual, com sal, enxofre e merc\u00fario; e dela, assim como l\u00e1 em cima [surgem] os mundos, aqui surgem os Corpos Existenciais Superiores do Ser. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>De maneira que, ent\u00e3o, se necessita criar o Arch\u00e9 dentro de n\u00f3s. O Arch\u00e9 \u00e9 sal, enxofre e merc\u00fario, tanto em cima quanto embaixo. Criado o Arch\u00e9, esse Arch\u00e9 vem a cristalizar nos corpos. Um corpo \u00e9 uma mescla de sal, enxofre e merc\u00fario, tanto no f\u00edsico, quanto no astral, no mental e no causal. Esse \u00e9, pois, o assunto.<\/p>\n\n\n\n<p>E como se fabrica o Arch\u00e9? Ent\u00e3o a\u00ed vem a quest\u00e3o das garrafas: o primeiro merc\u00fario, o segundo merc\u00fario, o terceiro merc\u00fario. O terceiro merc\u00fario j\u00e1 \u00e9 o Arch\u00e9; com isso \u00e9 que se fazem os corpos. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 que eliminar o merc\u00fario seco e o enxofre arsenicado para que os Corpos Existenciais Superiores do Ser \u2013criados com o Arch\u00e9 da Alquimia\u2013 possam se converter em ve\u00edculos de ouro puro da melhor qualidade. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>Normalmente, as notas d\u00f3-r\u00e9-mi-f\u00e1-sol-l\u00e1-si vibram no sexo, mas se as passarmos para uma oitava superior, o Arch\u00e9 vem a se cristalizar no corpo astral. Em uma oitava superior, o Arch\u00e9 cristaliza no corpo mental, e em outra oitava ainda mais superior, no corpo da vontade consciente. \u00c9 assim \u2013repito\u2013 como nos convertemos em Budas.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n<p>Anexo agora algumas frases para reflex\u00e3o:<\/p>\n\n<p><strong><em>\u00abN\u00e3o vos preocupeis com as pessoas que n\u00e3o vos conhecem, mas esfor\u00e7ai-vos para serem dignos de serem conhecidos\u00bb.<\/em><\/strong><br \/>Conf\u00facio<\/p>\n\n<p><strong><em>\u00abA gl\u00f3ria \u00e9 para o homem idoso o que os diamantes s\u00e3o para as mulheres velhas: adornam, mas n\u00e3o embelezam\u00bb.<\/em><\/strong><br \/>Chateaubriand<\/p>\n\n<p><strong><em>\u00abA terra inteira \u00e9 o mausol\u00e9u dos homens ilustres\u00bb.<\/em><\/strong><br \/>P\u00e9ricles<\/p>\n\n<p><strong><em>\u00abDe todos os calv\u00e1rios da hist\u00f3ria, n\u00e3o h\u00e1 calv\u00e1rio maior do que o da gl\u00f3ria\u00bb.<\/em><\/strong><br \/>Campoamor<\/p>\n\n<p><strong><em>\u00abA gl\u00f3ria segue t\u00e3o infatigavelmente o m\u00e9rito como a sombra segue o corpo, ainda que caminhe, como a sombra, ora adiante, ora atr\u00e1s\u00bb.<\/em><\/strong><br \/>S\u00eaneca<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><em>GLORIA IN EXCELSIS DEO.<\/em><\/strong><br \/>\u2500 &#8220;Gloria a Deus nas alturas&#8221; \u2500.<\/p>\n\n<p><strong>KWEN KHAN KHU<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Envio-lhes esta gravura que \u00e9 o quadrag\u00e9simo quinto emblema do livro Emblematum sacrorum et civilium miscellaneorum \u2500 \u201cDiversos emblemas sagrados e civis\u201d\u2500, escrito por Jacob Bornitz.<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":44557,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[480,164,468],"tags":[1124,1488,1707,1034,1123],"contenido":[274],"fuente":[],"pilar":[],"fase":[],"conferencia":[],"read_online":[],"author_tax":[325],"class_list":["post-44677","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-simbolos-universais","category-alquimia-pt-br","category-mensagens-vm-kwen-khan-khu","tag-gravuras","tag-mercurio","tag-jacob-bornitz","tag-alquimia-pt-br","tag-simbolos-universais","contenido-artigos","author_tax-v-m-kwen-khan-khu-pt-br"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44677","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=44677"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44677\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":44680,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44677\/revisions\/44680"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/44557"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=44677"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=44677"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=44677"},{"taxonomy":"contenido","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/contenido?post=44677"},{"taxonomy":"fuente","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/fuente?post=44677"},{"taxonomy":"pilar","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pilar?post=44677"},{"taxonomy":"fase","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/fase?post=44677"},{"taxonomy":"conferencia","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/conferencia?post=44677"},{"taxonomy":"read_online","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/read_online?post=44677"},{"taxonomy":"author_tax","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/author_tax?post=44677"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}