{"id":43962,"date":"2026-03-29T15:43:18","date_gmt":"2026-03-29T18:43:18","guid":{"rendered":"https:\/\/vopus.org\/?p=43962"},"modified":"2026-03-29T15:43:21","modified_gmt":"2026-03-29T18:43:21","slug":"a-imagem-da-diligencia-e-da-dedicacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/a-imagem-da-diligencia-e-da-dedicacao\/","title":{"rendered":"&#8220;Diligentiae et sedvlitatis typus&#8221; (A imagem da dilig\u00eancia e da dedica\u00e7\u00e3o)"},"content":{"rendered":"\n<p>Mui queridos amigos\/as leitores\/as<\/p>\n\n\n\n<p>Apresso-me a enviar-lhes a presente gravura que leva o t\u00edtulo\u2026<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\" id=\"h-diligentiae-et-sedvlitatis-typus-a-imagem-da-diligencia-e-da-dedicacao\"><p><em>\u2026DILIGENTIAE ET SEDVLITATIS TYPUS<\/em><br>\u2500&#8221;A imagem da dilig\u00eancia e da dedica\u00e7\u00e3o&#8221;\u2500<\/p><\/h2>\n\n\n\n<p>Este trabalho art\u00edstico foi elaborado por Crispin de Pases, o Velho, ou Crispin van de Passe \u25001564-1637\u2500, um ilustrador, editor e pintor flamengo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"960\" height=\"800\" src=\"https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/la-imagen-de-la-diligencia-y-dedicacion-crispin-de-pases-960x800.jpg\" alt=\"A imagem da dilig\u00eancia e da dedica\u00e7\u00e3o, Crispin van de Passe\" class=\"wp-image-37373\" title=\"A imagem da dilig\u00eancia e da dedica\u00e7\u00e3o, Crispin van de Passe\" srcset=\"https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/la-imagen-de-la-diligencia-y-dedicacion-crispin-de-pases-960x800.jpg 960w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/la-imagen-de-la-diligencia-y-dedicacion-crispin-de-pases-480x400.jpg 480w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/la-imagen-de-la-diligencia-y-dedicacion-crispin-de-pases-768x640.jpg 768w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/la-imagen-de-la-diligencia-y-dedicacion-crispin-de-pases.jpg 1080w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<p>No mesmo aparece representado um personagem alado segurando em uma das m\u00e3os uma <strong>gadanha<\/strong> e na outra uma ampulheta. Igualmente, sobre sua cabe\u00e7a, ele porta outra ampulheta. Esses atributos nos levam a identific\u00e1-lo com o s\u00e1bio Saturno, conhecido pelos gregos como <strong>Cronos<\/strong> \u2014 o tempo \u2014, uma divindade que passou a ser reconhecida como o <strong>Pai Tempo<\/strong>, tirano cruel que devora tudo, inclusive seus pr\u00f3prios filhos \u2014 as ra\u00e7as humanas. Ao seu lado vemos uma mulher que representa a virtude da laboriosidade \u2014 <em>sedulitas<\/em> \u2014 diante de um tear ou roca com o qual ela est\u00e1 trabalhando.<\/p>\n\n\n\n<p>Da mesma forma, em primeiro plano observamos um p\u00e1ssaro alimentando suas crias, algumas formigas sempre trabalhando e uma galinha que cuida de seus pintinhos\u2026<\/p>\n\n\n\n<p>Descri\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p>Paisagem com o Pai Tempo como um homem nu alado com gadanha e ampulheta, e a personifica\u00e7\u00e3o feminina da dilig\u00eancia \u2014<em>diligentia<\/em>\u2014 e da laboriosidade \u2014<em>sedulitas<\/em>\u2014, com tear ou roca. Em primeiro plano um p\u00e1ssaro. \u00c0 esquerda, ao fundo, tamb\u00e9m podemos perceber um grupo de estudiosos aos quais alguns autores associam \u00e0 pr\u00e1tica da ci\u00eancia da astronomia, e por outro lado, \u00e0 direita, podem-se apreciar os produtores da <strong>l\u00e3<\/strong>. A dama do nosso tema tem sobre uma de suas pernas um livro aberto e uma l\u00e2mpada para assinalar a luz que nos proporciona nosso trabalho e nossa dedica\u00e7\u00e3o ao saber. Tal livro representa as leis da natureza. Tudo isso tem como base alguns coment\u00e1rios em l\u00edngua latina.<\/p>\n\n\n\n<p>Texto em latim:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u00abTEMPORIS exactam rationem semper habendam<br>Edoceo cunctos prouida SEDVLITAS,<br>Mente intenta libro, manibus contorqueo fusum<br>Omnibus admonitos viribus esse volens<br>Seu studijs nauent operam, aut campestribus armis,<br>Ingenuas artes, Mechanicasue colant<br>Formicas iubeo, volucresque imitentur, apesque<br>Elabi TEMPVS nec patiantur iners\u00bb.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&#8220;Eu, a precavida DEDICA\u00c7\u00c3O, explico a todos que sempre h\u00e1 que ter um c\u00e1lculo exato do TEMPO; com a mente ocupada em um livro, com as m\u00e3os no fuso. Com todas as for\u00e7as querendo que sejam advertidos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ou se com esmero cumprem uma obra ou com armas campestres praticam artes liberais ou mec\u00e2nicas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Proclamo: que sejam imitadas as formigas, as aves e as abelhas, que n\u00e3o permitem que o tempo flua&#8221;.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Estimado(a) leitor(a), esta gravura vai dirigida a lutar contra a entropia em nossa vida horizontal para n\u00e3o nos tornarmos inertes e irrespons\u00e1veis em nossa exist\u00eancia. \u00c9 por isso que Saturno ou Cronos est\u00e1 atento ao decorrer do tempo e, se n\u00e3o o aproveitarmos, chegar\u00e1 o instante no qual haveremos de partir deste mundo sem ter alcan\u00e7ado nenhuma meta. Isso d\u00e1 origem ao axioma latino que reza: <strong>Tempus irreparabile fugit<\/strong> \u2014 &#8220;o tempo passa irremediavelmente&#8221; \u2014.<\/p>\n\n\n\n<p>A gadanha que Cronos ou Saturno ostenta, nos indica que tudo tem um princ\u00edpio e um fim. Aqueles que acreditam que nossa vida \u00e9 eterna ou infinita se equivocam, pois enquanto estivermos enredados na <strong>roda do tempo<\/strong> estaremos <strong>condenados \u00e0 pena de existir<\/strong>, tendo que ajoelhar-nos diante das execr\u00e1veis parcas ou anjos da morte em um momento determinado.<\/p>\n\n\n\n<p>Em outra gravura que explico mais abaixo, desenvolveremos a tem\u00e1tica da laboriosidade, mas j\u00e1 nos assuntos pertinentes \u00e0 nossa viv\u00eancia da vida vertical ou metaf\u00edsica. Ningu\u00e9m pode aventurar -se a querer experimentar os reinos do Esp\u00edrito se antes n\u00e3o se fez um sujeito respons\u00e1vel. \u00c9 aquilo que nosso Avatara nos explica quando nos diz: \u00abSe n\u00e3o somos capazes de ser bons donos de casa, \u00e9 imposs\u00edvel querer vivenciar o Caminho Secreto\u2026\u00bb.<\/p>\n\n\n\n<p>No fundo da nossa ilustra\u00e7\u00e3o, l\u00e1 nas colinas do desenho, um campon\u00eas est\u00e1 trabalhando o campo auxiliando-se de um antigo arado que \u00e9 arrastado por dois touros. Alquimicamente, <strong>arar a terra significa trabalhar nossa terra filos\u00f3fica, ou seja, nosso corpo material.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Do outro lado, igualmente nas colinas, um homem se encontra inclinado como semeando algo, talvez sementes para faz\u00ea-las crescer. Em todo caso, esta \u00e9 uma das m\u00faltiplas tarefas a que n\u00f3s, os humanoides racionais, nos dedicamos. Devemos compreender muito bem que <strong>tudo nasce em seu tempo, vive em seu tempo e morre em seu tempo<\/strong>. Apenas o SER \u00e9 eterno e imut\u00e1vel, por tal raz\u00e3o dizemos: <strong>ELE \u00c9 ELE<\/strong>\u2026\u2026\u2026<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-medium\"><img decoding=\"async\" width=\"480\" height=\"702\" src=\"https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/sedvlitas-divina-madre-kundalini-480x702.jpg\" alt=\"Sedvlitas, Laboriosidade\" class=\"wp-image-37387\" title=\"Sedvlitas, Laboriosidade\" srcset=\"https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/sedvlitas-divina-madre-kundalini-480x702.jpg 480w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/sedvlitas-divina-madre-kundalini-960x1405.jpg 960w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/sedvlitas-divina-madre-kundalini-768x1124.jpg 768w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/sedvlitas-divina-madre-kundalini.jpg 700w\" sizes=\"(max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><p><em>&#8220;Sedvlitas&#8221;<\/em>, Laboriosidade<\/p><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Nesta outra gravura ou ilustra\u00e7\u00e3o, vemos agora a Divina M\u00e3e mostrando-nos seu ventre ou claustro para dar-nos a entender que Ela \u00e9 quem gesta nossa vida espiritual. Por isso leva o t\u00edtulo de <em><strong>SEDULITAS<\/strong><\/em> \u2500&#8221;laboriosidade&#8221;\u2500. Na imagem de nossa gravura vemos Stella Maris portando em sua destra uma l\u00e2mpada. Tal l\u00e2mpada nos indica a Luz ou sapi\u00eancia infinita de Deus M\u00e3e, e por isso tamb\u00e9m leva na m\u00e3o esquerda um livro aberto. Esse \u00e9 o livro que, no Arcano 2 do tar\u00f4, ISIS leva aberto em suas pernas. \u00c9 Ela quem vai nos ensinando a Sabedoria Eterna \u00e0 medida que vamos nos aproximando de seu santu\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Perto da Divina Senhora vemos novamente uma galinha protegendo seus pintinhos. \u00c9 isso o que Devi-Kundalini faz conosco, constantemente Ela est\u00e1 velando pelo nosso bem-estar espiritual e o faz com muita dedica\u00e7\u00e3o permanente.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao fundo desta outra gravura vemos um pequeno est\u00e1bulo e na parte externa do mesmo vemos um SER iluminado que est\u00e1 folheando as Sagradas Escrituras enquanto duas pessoas espiam por algumas portas e observam o s\u00e1bio. Isso \u00e9 para nos indicar que devemos imitar os profetas ou iluminados e estudar os mist\u00e9rios da vida e da morte ao longo de nossa exist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Tanto perto da cabana que vemos ao fundo quanto perto da Divina M\u00e3e apreciamos a imagem de uma roca. A roca simboliza a pr\u00f3pria roda do destino, onde se tecem ou se destecem as circunst\u00e2ncias de nossa exist\u00eancia. Perto da cabana uma mo\u00e7a tem uma roca e perto da sagrada Ram-IO observamos o mesmo instrumento, pois um \u00e9 o nosso destino material e outro \u00e9 o destino espiritual que merecemos segundo os atos de nossa vida.<\/p>\n\n\n\n<p>O ventre da Virgem \u00e9 mostrado nesta ilustra\u00e7\u00e3o para recordar-nos que \u00e9 Ela quem vai nos gestando como \u00abFilhos da Luz\u00bb ou Adeptos da Fraternidade Branca. Ela tem todo o m\u00e9rito, n\u00f3s somos somente germens sobre os quais Ela realiza seu trabalho de <strong>gesta\u00e7\u00e3o<\/strong> a fim de nos converter em uma cria\u00e7\u00e3o solar digna de ser levada em conta pelos olhos do Pai Eterno.<\/p>\n\n\n\n<p>No telhado de uma casa pr\u00f3xima a Deus-M\u00e3e, vemos uma cegonha alimentando seus filhotes, como nos dizendo que a maternidade \u00e9 um trabalho incessante que Ela, a bendita M\u00e3e Natura, est\u00e1 sempre realizando constantemente, seja em seu papel de <strong>M\u00e3e Natura<\/strong> ou como <strong>M\u00e3e C\u00f3smica<\/strong> ou talvez como nossa bendita Ram-IO.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao p\u00e9 desta segunda gravura encontramos novamente algumas inscri\u00e7\u00f5es latinas, vejamo-las:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u00abSedulo opus facias; qua te statione locauit cunque Deus, vitae seu te fomenta fugacis scabroso impellat manuum conquirere callo; siue exercitijs animi, linguaque magistra\u00bb.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: &#8220;<strong>Que cumpras a obra laboriosamente na posi\u00e7\u00e3o na qual de alguma forma Deus te colocou. Que te empurre a buscar o sustento da vida fugaz ou na \u00edngreme ladeira dos trabalhos manuais, ou nos exerc\u00edcios da mente, com a eloqu\u00eancia como mestra&#8221;<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A mensagem que nos \u00e9 transmitida nessas linhas \u00e9, justamente, um convite a abandonar a des\u00eddia e a obedecer a vontade do Pai estejamos onde estivermos ou no of\u00edcio que desempenharmos. Inclusive, fala-nos de laborar de maneira magistral nos of\u00edcios espirituais para complac\u00eancia do nosso Real SER. Todas essas frases latinas v\u00e3o dirigidas \u00e0 nossa Consci\u00eancia para que sejamos cada vez mais fi\u00e9is aos nossos ensinamentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Compartilho, para finalizar, algumas frases prop\u00edcias para serem refletidas:<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>\u00abO talento \u00e9 como a sa\u00fade, que quando se disfruta \u00e9 quando menos se conhece\u00bb.<\/em><\/strong><br>Helvecio<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>\u00abTalento b\u00e1sico \u00e9 aquele que guia aos demais\u00bb.<\/em><\/strong><br>Pascal<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>\u00abRecebe-se os homens de acordo com a roupa que vestem, mas despede-se deles de acordo com o talento que demonstrara\u00bb.<\/em><\/strong><br>Saadi<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>\u00abO talento \u00e9 um dom que Deus nos d\u00e1 em segredo e que n\u00f3s revelamos sem saber\u00bb.<\/em><\/strong><br>Montesquieu<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>\u00abO talento se forma na quietude, o car\u00e1ter no turbilh\u00e3o do mundo\u00bb.<\/em><\/strong><br>Goethe<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><em>IUS EST ARS BONI ET AEQUI.<\/em><\/strong><br>\u2500&#8221;O direito \u00e9 a arte do bem e do justo&#8221;\u2500.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>KWEN KHAN KHU<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paisagem com o Pai Tempo como um homem nu alado com gadanha e ampulheta, e a personifica\u00e7\u00e3o feminina da dilig\u00eancia \u2014 diligentia \u2014 e da laboriosidade \u2014 sedulitas \u2014, com tear ou roca.<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":37413,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[480,468],"tags":[],"contenido":[274],"fuente":[],"pilar":[],"fase":[],"conferencia":[],"read_online":[],"author_tax":[325],"class_list":["post-43962","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-simbolos-universais","category-mensagens-vm-kwen-khan-khu","contenido-artigos","author_tax-v-m-kwen-khan-khu-pt-br"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43962","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=43962"}],"version-history":[{"count":34,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43962\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":44212,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43962\/revisions\/44212"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/37413"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=43962"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=43962"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=43962"},{"taxonomy":"contenido","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/contenido?post=43962"},{"taxonomy":"fuente","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/fuente?post=43962"},{"taxonomy":"pilar","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pilar?post=43962"},{"taxonomy":"fase","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/fase?post=43962"},{"taxonomy":"conferencia","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/conferencia?post=43962"},{"taxonomy":"read_online","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/read_online?post=43962"},{"taxonomy":"author_tax","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/author_tax?post=43962"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}