{"id":43884,"date":"2026-03-14T21:00:00","date_gmt":"2026-03-15T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/vopus.org\/?p=43884"},"modified":"2026-03-23T19:38:41","modified_gmt":"2026-03-23T22:38:41","slug":"espelho-ardente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/espelho-ardente\/","title":{"rendered":"&#8220;Specvlvm vrens&#8221; (Espelho ardente)"},"content":{"rendered":"\n<p>Mui queridos amigos\/as leitores\/as<\/p>\n\n<p>Tenho o prazer de enviar-lhes uma gravura interessant\u00edssima que leva por t\u00edtulo\u2026<\/p>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><em>\u2026SPECVLVM VRENS<\/em><br \/><em>\u2500\u2018ESPELHO ARDENTE\u2019\u2500<\/em><\/h2>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-medium\"><img decoding=\"async\" width=\"480\" height=\"782\" src=\"https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/specvlvm-vrens-espejo-ardiente-480x782.jpg\" alt=\"Specvlvm Vrens, Espelho Ardente: Virtude purificadora do fogo\" class=\"wp-image-37220\" title=\"Specvlvm Vrens, Espelho Ardente: Virtude purificadora do fogo\" srcset=\"https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/specvlvm-vrens-espejo-ardiente-480x782.jpg 480w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/specvlvm-vrens-espejo-ardiente-960x1564.jpg 960w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/specvlvm-vrens-espejo-ardiente-768x1251.jpg 768w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/specvlvm-vrens-espejo-ardiente.jpg 659w\" sizes=\"(max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><\/figure><\/div>\n<p>Antes de entrar nos detalhes maravilhosos desta gravura, quero remeter-me \u00e0s palavras do Vener\u00e1vel Adepto <strong>Fulcanelli<\/strong>, que em sua obra AS MORADAS FILOSOFAIS nos diz coisas como estas:<\/p>\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>\u00abNenhum tema de medita\u00e7\u00e3o aparece mais proveitoso ao fil\u00f3sofo, e nada solicita mais o exerc\u00edcio de seu pensamento. O fogo nos envolve e nos banha por todos os lados. Vem at\u00e9 n\u00f3s pelo ar, pela \u00e1gua e pela pr\u00f3pria terra, que s\u00e3o seus conservadores e seus diversos ve\u00edculos. O encontramos em tudo quanto nos \u00e9 pr\u00f3ximo e o sentimos atuar em n\u00f3s ao longo da inteira dura\u00e7\u00e3o de nossa exist\u00eancia terrestre.\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Nosso nascimento \u00e9 o resultado de sua encarna\u00e7\u00e3o; nossa vida, o efeito de seu dinamismo; e nossa morte, a consequ\u00eancia de seu desaparecimento. Prometeu rouba o fogo do c\u00e9u para animar o homem que, como Deus, havia formado com o limo da terra. Vulcano cria Pandora, a primeira mulher, \u00e0 qual Minerva dota de movimento insuflando-lhe o fogo vital. Um simples mortal, o escultor Pigmali\u00f3n, desejoso de desposar sua pr\u00f3pria obra, implora a V\u00eanus que anime, pelo fogo celeste, sua est\u00e1tua de Galateia. Tentar descobrir a natureza e a ess\u00eancia do fogo \u00e9 tentar descobrir Deus, cuja presen\u00e7a real sempre se revelou sob a apar\u00eancia \u00edgnea. A sar\u00e7a ardente (\u00caxodo, III, 2) e o inc\u00eandio do Sinai por ocasi\u00e3o da entrega do dec\u00e1logo (\u00caxodo, XIX, 18) s\u00e3o duas manifesta\u00e7\u00f5es pelas quais Deus apareceu a Mois\u00e9s. E sob a figura de um ser de jaspe e sard\u00f4nica de cor de chama, sentado em um trono incandescente e fulgurante, S\u00e3o Jo\u00e3o descreve o Dono do Universo (Apocalipse, IV, 3,5). \u201cNosso Deus \u00e9 um fogo devorador\u201d, escreve S\u00e3o Paulo em sua Ep\u00edstola aos Hebreus (cap. XII, 29). N\u00e3o sem raz\u00e3o, todas as religi\u00f5es consideraram o fogo como a imagem mais clara e o mais expressivo emblema da divindade. \u201cUm dos s\u00edmbolos mais antigos \u2500diz Pluche\u2500, posto que se converteu em universal, \u00e9 o fogo que se\u00a0 alimentava perpetuamente no lugar da assembleia dos povos. Nada era mais apropriado para dar-lhes uma ideia sens\u00edvel do poder, da beleza, da pureza e da eternidade do ser a quem acudiam para adorar\u201d. [&#8230;]<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>Mas o que acima de tudo devemos ter em conta, outorgando-lhe a prioridade na ci\u00eancia que nos interessa, \u00e9 a elevada virtude purificadora que o fogo possui. Princ\u00edpio puro por excel\u00eancia e manifesta\u00e7\u00e3o f\u00edsica da pr\u00f3pria pureza, mostra assim sua origem espiritual e descobre sua filia\u00e7\u00e3o divina.<\/em><br \/><br \/><em>Comprova\u00e7\u00e3o esta bastante singular, a palavra grega pur, que serve para designar o fogo, apresenta exatamente a pron\u00fancia do adjetivo franc\u00eas pur \u2500puro\u2500. Da mesma forma, os fil\u00f3sofos herm\u00e9ticos, unindo o nominativo ao genitivo, criaram o termo pur-puro\u00e7, o fogo do fogo, ou, foneticamente, o puro do puro, e consideraram o p\u00farpura e o pourpre franc\u00eas \u2500p\u00farpura\u2500 como o selo da perfei\u00e7\u00e3o absoluta na pr\u00f3pria cor da pedra filosofal&#8221;.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n<p>Dito o anterior, vamos agora come\u00e7ar a descrever uma s\u00e9rie de frases escritas em latim que nos explicam, elas mesmas, nossa ilustra\u00e7\u00e3o, vejamos:<\/p>\n\n<p><em><strong>Flamma volat<\/strong><\/em>,<em><strong>\u00a0micat aethra<\/strong><\/em>,<em><strong>\u00a0fugam cape<\/strong><\/em>,<em><strong>\u00a0conflagrat orbis<\/strong><\/em>. Tradu\u00e7\u00e3o: &#8220;<strong>A chama voa, brilha o \u00e9ter, fugazmente o mundo se inflama at\u00e9 tal ponto que todas as coisas est\u00e3o cheias de espelhos que vomitam fogo&#8221;<\/strong>.<\/p>\n\n<p>Aqui nos \u00e9 indicado o astro rei, que envia seus raios \u00edgneos para se manifestar em toda parte e em toda a cria\u00e7\u00e3o. Por isso vemos refletido nos diferentes espelhos de nossa gravura o elemento \u00edgneo, aqui, ali e acol\u00e1&#8230;<\/p>\n\n<p>Em seguida temos esta outra frase: <em><strong>Urens specvlvm concavum<\/strong><\/em>. Tradu\u00e7\u00e3o:<strong> &#8220;Espelho ardente c\u00f4ncavo&#8221;<\/strong>.<\/p>\n\n<p>Todas as coisas criadas tornam-se espelhos c\u00f4ncavos para receber, justamente, as chamas do elemento ardente.<\/p>\n\n<p>Vejamos agora esta frase: <em><strong>Archimedes specvlvm naves hostiles incendit<\/strong><\/em>. Tradu\u00e7\u00e3o:<strong> &#8220;<\/strong><strong>Arquimedes com um espelho incendeia as naves inimigas&#8221;<\/strong>.<\/p>\n\n<p>Esta frase nos traz a imagem de que o fogo se manifesta f\u00edsica ou hermeticamente. Pode ser usado em assuntos militares ou espirituais. Recordemos que Arquimedes foi um Iniciado, e por isso expressou em uma oportunidade o seguinte: <strong>\u00abD\u00ea-me uma alavanca e moverei o mundo\u00bb. <\/strong>Esta frase o mundo n\u00e3o a entendeu. A alavanca a que se referia Arquimedes \u00e9 o <strong>Arcano A.Z.F<\/strong>., presente em nossos estudos gn\u00f3sticos; essa \u00e9 a for\u00e7a que pode orientar ou desorientar a humanidade.<\/p>\n\n<p>Eis aqui mais uma frase latina: <em><strong>Transparens specvlvm vstulans<\/strong><\/em>. Tradu\u00e7\u00e3o: <strong>\u2018<\/strong><strong>Espelho ust\u00f3rio transparente\u2019<\/strong>.<\/p>\n\n<p>Aos nossos companheiros e companheiras devemos dizer que a frase anterior, referente a um espelho ust\u00f3rio, significa que trata-se de um espelho c\u00f4ncavo que, colocado de frente para o sol, reflete seus raios e os concentra em um ponto chamado <strong>foco<\/strong>, produzindo um calor capaz de queimar, fundir e at\u00e9 fazer com que se volatilizem os corpos ali colocados. Este \u00e9 o poder do fogo em todas as suas manifesta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n<p>Observemos agora esta frase latina: <em><strong>Puer ab vrticis ictus et vstulatus<\/strong><\/em>. Tradu\u00e7\u00e3o: &#8220;<strong>Crian\u00e7a ferida e queimada pelas urtigas&#8221;<\/strong>.<\/p>\n\n<p>Em nossa gravura aparece uma crian\u00e7a rodeada por urtigas e levantando as m\u00e3os com gesto de dor. A ela se refere a senten\u00e7a que deriva desta frase, ao fato de que <strong>a inoc\u00eancia pode ser v\u00edtima da urtiga.<\/strong> Esta planta pode queimar e ferir, e est\u00e1 muito relacionada com a sexualidade em estudos herm\u00e9ticos.<\/p>\n\n<p>Eis aqui outra de nossas frases latinas ligadas a esta gravura: <em><strong>Basiliscus visu necans<\/strong><\/em>. Tradu\u00e7\u00e3o: &#8220;<strong>O<\/strong><strong> basilisco matando com o olhar&#8221;<\/strong>.<\/p>\n\n<p>Recordemos que todos os alquimistas falam em seus tratados referindo-se ao basilisco como uma criatura muito perigosa para os amantes da arte transmutat\u00f3ria. O basilisco, caro leitor, alude \u00e0 <strong>fornica\u00e7\u00e3o<\/strong> e, obviamente, este \u00e9 o principal perigo para todos os que se prop\u00f5em a obter SUA PEDRA FILOSOFAL. O basilisco tinha fama de hipnotizar suas v\u00edtimas para depois mat\u00e1-las ou destru\u00ed-las, ou seja, transtornar todo o trabalho de laborat\u00f3rio e arruin\u00e1-lo. Isso \u00e9 o que produz <strong>a lux\u00faria unida \u00e0 fornica\u00e7\u00e3o<\/strong>, hipnotiza as massas para lev\u00e1-las ao abismo. Em nossa ilustra\u00e7\u00e3o, dito animal lan\u00e7a um raio \u00edgneo que paralisa um jovem ou infante, s\u00edmbolo dos humanoides do nosso mundo.<\/p>\n\n<p>Olhem agora esta otra senten\u00e7a latina: <em><strong>Impudicae mulieris oculi nequissima vrentia specula<\/strong><\/em>. Tradu\u00e7\u00e3o: &#8220;<strong>Os olhos de uma mulher impudica, espelhos ardentes dissolut\u00edssimos&#8221;<\/strong>.<\/p>\n\n<p>N\u00e3o cabe d\u00favida, pacientes leitores\/as, de que \u00e9 verdade quando a Gnose nos diz que o olhar de uma mulher impudica \u00e9 como o olhar <strong>da Medusa grega<\/strong>, capaz de petrificar os homens. Esta frase nos reafirma a todos a necessidade de estar em <strong>lembran\u00e7a de si mesmos<\/strong> para n\u00e3o sermos v\u00edtimas da fascina\u00e7\u00e3o que podem exercer sobre n\u00f3s os olhares daquelas almas que podemos qualificar de <strong>perdidas<\/strong>. Algu\u00e9m disse uma vez que, certamente, <strong>os olhos s\u00e3o as janelas da alma&#8230;..<\/strong><\/p>\n\n<p>Chegamos, desta forma, ao final de nossas frases, esclarecendo a \u00faltima delas: <em><strong>Cor viri impudicae obtutu, et daemonis halitu, concrematur.<\/strong><\/em> Tradu\u00e7\u00e3o: &#8220;<strong>O cora\u00e7\u00e3o de um homem pela vis\u00e3o da impudica e pelo h\u00e1lito de um dem\u00f4nio \u00e9 queimado&#8221;<\/strong>.<\/p>\n\n<p>Se observarmos nossa gravura, veremos uma imagem na qual se pode ver o cora\u00e7\u00e3o de um ser humano \u2500um homem\u2500 sendo queimado pelo fogo provocado que brota do olhar de uma mulher \u2500impudica\u2500, auxiliada por um dem\u00f4nio \u2500um agregado psicol\u00f3gico luxurioso\u2500. Certamente, estimado\/a leitor\/a, a <strong>fornica\u00e7\u00e3o<\/strong> DESTR\u00d3I NOSSOS VERDADEIROS SENTIMENTOS e nos faz cair na destrui\u00e7\u00e3o de nossos valores. Tudo isso \u00e9 poss\u00edvel quando nos identificamos com cenas luxuriosas e, sobretudo, quando confundimos o AMOR COM O DESEJO, coisa que se tornou muito comum em nossos agonizantes dias do presente KALI-YUGA. Para conjurar essa desgra\u00e7a, a \u00fanica sa\u00edda que temos os seres humanos \u00e9 a AUTO-OBSERVA\u00c7\u00c3O CR\u00cdTICA E PROFUNDA DE N\u00d3S MESMOS. Necessitamos nos auto-observar em nossos pensamentos, sentimentos e atos.<\/p>\n\n<p>Para terminar, envio-lhes algumas frases que merecem nossa reflex\u00e3o:<\/p>\n\n<p><em><strong>\u00abO homem que mais gosta de se divertir na prosperidade \u00e9 quem mais sofrer\u00e1 na adversidade\u00bb.\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<\/strong><\/em>Hor\u00e1cio<\/p>\n\n<p><em><strong>\u00abO principal mestre dos homens nas a\u00e7\u00f5es da vida \u00e9 o infort\u00fanio\u00bb.\u00a0 <\/strong>Licurgo\u00a0<\/em><\/p>\n\n<p><em><strong>\u00abO c\u00famulo da infelicidade \u00e9 temer algo quando j\u00e1 nada se espera\u00bb.<\/strong><\/em><br \/>S\u00e9neca<\/p>\n\n<p><em><strong>\u00abCada um \u00e9 t\u00e3o infeliz como cr\u00ea\u00bb.<\/strong><\/em><br \/>G. Leopardi<\/p>\n\n<p><em><strong>\u00abO homem n\u00e3o \u00e9 infeliz enquanto n\u00e3o seja injusto\u00bb.<\/strong><\/em><br \/>Dem\u00f3crito<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em><strong>POST COITUM OMNE ANIMAL TRISTE.<\/strong><\/em><br \/>\u2500&#8221;Depois do coito todo animal fica triste&#8221;\u2500.<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>KWEN KHAN\u00a0<\/strong><strong>KHU<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mas o que acima de tudo devemos ter em conta, outorgando a prioridade na ci\u00eancia que nos interessa, \u00e9 a elevada virtude purificadora que possui o fogo. Princ\u00edpio puro por excel\u00eancia e manifesta\u00e7\u00e3o f\u00edsica da pr\u00f3pria pureza, assim indica sua origem espiritual e revela sua filia\u00e7\u00e3o divina.<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":37243,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[141,164,468],"tags":[1034,1641],"contenido":[274],"fuente":[],"pilar":[],"fase":[],"conferencia":[],"read_online":[],"author_tax":[325],"class_list":["post-43884","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-metafisica-pt-br","category-alquimia-pt-br","category-mensagens-vm-kwen-khan-khu","tag-alquimia-pt-br","tag-metafisica","contenido-artigos","author_tax-v-m-kwen-khan-khu-pt-br"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43884","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=43884"}],"version-history":[{"count":20,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43884\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":44071,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43884\/revisions\/44071"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/37243"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=43884"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=43884"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=43884"},{"taxonomy":"contenido","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/contenido?post=43884"},{"taxonomy":"fuente","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/fuente?post=43884"},{"taxonomy":"pilar","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pilar?post=43884"},{"taxonomy":"fase","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/fase?post=43884"},{"taxonomy":"conferencia","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/conferencia?post=43884"},{"taxonomy":"read_online","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/read_online?post=43884"},{"taxonomy":"author_tax","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/author_tax?post=43884"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}