{"id":43528,"date":"2026-01-29T18:54:17","date_gmt":"2026-01-29T21:54:17","guid":{"rendered":"https:\/\/vopus.org\/?p=43528"},"modified":"2026-01-29T18:54:23","modified_gmt":"2026-01-29T21:54:23","slug":"com-a-virtude-como-guia-com-a-sorte-como-companheira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/com-a-virtude-como-guia-com-a-sorte-como-companheira\/","title":{"rendered":"&#8220;Virtute duce comite fortuna&#8221; (Com a virtude como guia, com a sorte como companheira)"},"content":{"rendered":"\n<p>Queridos leitores:<\/p>\n\n<p>Tenho a alegria de enviar-lhes esta nova gravura que tem por nome&#8230;<\/p>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><em>\u2026VIRTUTE DUCE COMITE FORTUNA<\/em><br \/>\u2500&#8221;Com a virtude como guia, com a sorte como companheira&#8221;\u2500<\/h2>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-medium\"><img decoding=\"async\" width=\"480\" height=\"501\" src=\"https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/virtud-como-guia-suerte-como-companera-gabriel-rollenhagen-480x501.jpg\" alt=\"Com a virtude como guia, com a sorte como companheira, Gabriel Rollenhagen\" class=\"wp-image-43302\" title=\"Com a virtude como guia, com a sorte como companheira, Gabriel Rollenhagen\" srcset=\"https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/virtud-como-guia-suerte-como-companera-gabriel-rollenhagen-480x501.jpg 480w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/virtud-como-guia-suerte-como-companera-gabriel-rollenhagen-960x1002.jpg 960w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/virtud-como-guia-suerte-como-companera-gabriel-rollenhagen-768x801.jpg 768w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/virtud-como-guia-suerte-como-companera-gabriel-rollenhagen.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><\/figure><\/div>\n<p>Em 1635, Henry Taunton, um editor de Londres, contratou George Wither, 1588-1667, poeta ingl\u00eas, para escrever versos em ingl\u00eas que ilustrassem as l\u00e2minas aleg\u00f3ricas de Crispijn van de Passe, 1564-1637, reconhecido gravador holand\u00eas. Estas imagens aleg\u00f3ricas foram originalmente desenhadas para um livro de emblemas de Gabriel Rollenhagen, 1583-1619, poeta alem\u00e3o.<\/p>\n\n<p>Henry Taunton publicou o livro de George Wither como <em><strong>Cole\u00e7\u00e3o de emblemas antigos e modernos<\/strong><\/em>, do qual a \u00fanica c\u00f3pia perfeita conhecida \u00e9 preservada no Museu Brit\u00e2nico.<\/p>\n\n<p>A gravura que envio \u00e9 o n\u00famero 139 e tem um lema em latim e ingl\u00eas.<\/p>\n\n<p><strong><em>VIRTUTE DUCE COMITE FORTUNA<\/em><\/strong>, &#8220;Com a virtude como guia, com a sorte como companheira&#8221;.<\/p>\n\n<p><strong><em>Good Fortune will with him abide<\/em><\/strong><em>,<strong> That hath true Vertue<\/strong>,<strong> for his guide<\/strong><\/em>, &#8220;A boa sorte permanecer\u00e1 com ele, se tem verdadeira virtude como guia&#8221;.<\/p>\n\n<p>E transcrevo para voc\u00eas a tradu\u00e7\u00e3o para o espanhol do texto em ingl\u00eas que escreveu George Wither tentando explicar a l\u00e2mina:<\/p>\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>&#8220;O Grifo \u00e9 a express\u00e3o de uma criatura que n\u00e3o se encontra nos cat\u00e1logos da natureza, mas foi criado por aqueles engenhos que, para mostrar as coisas internas, desenharam figuras externas. A forma que expressa esta fic\u00e7\u00e3o foi tomada de uma ave e de uma besta, incorporando \u2500 ao combinarem suas partes \u2500 as virtudes, tanto do corpo como da mente. E diz-se que os homens cavalgam sobre as costas dos Grifos quando essas virtudes combinadas os dignificaram.<\/p>\n\n\n\n<p>A Pedra que sustenta esta besta pode expressar a firmeza e solidez de todas as verdadeiras virtudes. Essa bola de longas asas, que parece estar intimamente ligada a tudo, implica os dons da fortuna mut\u00e1vel; e todas essas coisas juntas significam que, quando os homens s\u00e3o guiados por uma virtude semelhante, a boa sorte n\u00e3o pode ser separada deles. Se isso \u00e9 verdade \u2500 e eu acredito que seja verdade \u2500, por que devemos murmurar, lamentar ou nos angustiarmos, como se nossos estudos ou nossos esfor\u00e7os honestos fossem privados de algum ganho merecido? Por que dever\u00edamos pensar que o mundo nos prejudicou porque n\u00e3o estamos registrados entre esses homens pr\u00f3speros que ganham todos os dias, por doze horas de trabalho, mais do que o sal\u00e1rio de doze meses? Se n\u00e3o podemos ver a recompensa dos nossos esfor\u00e7os, consideramos nossos m\u00e9ritos maiores do que s\u00e3o. Mas se nos conformamos, nosso valor \u00e9 maior. E somos ricos, mesmo que outros nos considerem pobres.&#8221;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n<p>O que tudo isso significa, amigos e amigas?<\/p>\n\n<p>Para aprofundar ainda mais esses mist\u00e9rios, voltemos-nos ao grande mestre Fulcanelli, que, em suas <em>Moradas Filos\u00f3ficas<\/em>, nos diz o seguinte ao tentar explicar um conjunto escult\u00f3rico:<\/p>\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>No pilar central do primeiro andar, percebe-se um grupo bastante interessante para os amantes e curiosos do simbolismo. Embora tenha sofrido consider\u00e1vel deteriora\u00e7\u00e3o e agora pare\u00e7a mutilado, rachado e corro\u00eddo pelo clima, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel, apesar de tudo, discernir ainda o tema. Trata-se de um personagem que segura entre suas pernas um <em><strong>grifo<\/strong><\/em> cujas patas com garras, s\u00e3o muito not\u00e1veis, assim como a cauda do le\u00e3o que prolonga a garupa, detalhes todos que permitem, por si s\u00f3, uma identifica\u00e7\u00e3o exata. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>Reconhecemos neste motivo um dos maiores emblemas da ci\u00eancia, o que cobre a prepara\u00e7\u00e3o das mat\u00e9rias-primas da Obra. Mas, enquanto a luta do drag\u00e3o e do cavaleiro indica o encontro inicial, o duelo dos produtos minerais que se esfor\u00e7am para defender sua integridade amea\u00e7ada, o <strong><em>grifo<\/em><\/strong> marca o resultado da opera\u00e7\u00e3o, velada, claro, sob mitos de express\u00f5es variadas, mas que todos eles apresentam os caracteres de incompatibilidade, de avers\u00e3o natural e profunda que t\u00eam, uma para a outra, as subst\u00e2ncias em contato.<\/p>\n\n\n\n<p>Da batalha que o cavaleiro, ou <em><strong>enxofre secreto<\/strong><\/em>, trava com o enxofre ars\u00eanico do velho <em><strong>drag\u00e3o<\/strong><\/em>, nasce a <em><strong>pedra astral<\/strong> <\/em>branca, pesada, brilhante como prata e pura, que aparece <em><strong>assinada<\/strong><\/em> e levando a marca de sua nobreza, <em><strong>a garra<\/strong><\/em>, esotericamente traduzida pelo <em><strong>grifo<\/strong><\/em>, um sinal seguro de uni\u00e3o e paz entre fogo e \u00e1gua, entre ar e terra. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>Vimos como, e a raiz de qual rea\u00e7\u00e3o, nasceu o <strong><em>grifo<\/em><\/strong>, que vem de <em><strong>Herm\u00f3genes<\/strong><\/em> ou da primeira subst\u00e2ncia mercurial. <em><strong>Hiperi\u00e3o<\/strong><\/em>, em grego <em>Uperiwn<\/em>, \u00e9 o <strong><em>pai do Sol<\/em><\/strong>, e \u00e9 ele quem solta, fora do segundo caos branco, formado pela arte e figurado pelo <strong><em>grifo<\/em><\/strong>, a alma que tem encerrada, o esp\u00edrito, fogo ou luz escondida, e a leva sobre a massa, sob a apar\u00eancia de uma \u00e1gua clara e l\u00edmpida: <em><strong>Espiritus Domini ferebatur super aquas<\/strong><\/em>. Pois a mat\u00e9ria preparada, que cont\u00e9m todos os elementos necess\u00e1rios para nossa grande obra, n\u00e3o \u00e9 mais do que uma terra fecundada na qual, ainda reina alguma confus\u00e3o, uma subst\u00e2ncia que tem em si mesma a luz espalhada, que a arte deve reunir e isolar imitando o Criador. \u00c9 preciso que mortifiquemos e descomponhamos esta terra, o que equivale a matar o<em><strong> grifo<\/strong> <\/em>e pescar o peixe, a<em> <strong>separar o fogo da terra, o sutil do espesso<\/strong><\/em> &#8220;suavemente, com grande habilidade e prud\u00eancia&#8221; como ensina Hermes em sua <strong>T\u00e1bua de Esmeralda<\/strong>. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 \u00fatil saber que a luta, curta mas violenta, sustentada pelo cavaleiro \u2013 chamado S\u00e3o Jorge, S\u00e3o Miguel ou S\u00e3o Marcelo na tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3; Marte, Teseu, Jas\u00e3o, H\u00e9rcules na f\u00e1bula \u2013 n\u00e3o termina sen\u00e3o com a morte dos dois campe\u00f5es (em herm\u00e9tica, a \u00e1guia e o le\u00e3o), e sua uni\u00e3o em um novo corpo, cuja assinatura alqu\u00edmica \u00e9 o <em><strong>grifo<\/strong><\/em>&#8230;&#8221;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n<p>Dito tudo isso, querido\/a leitor\/a, nosso emblema encerra a conjun\u00e7\u00e3o do Enxofre sagrado \u2500 Fogo da Divina M\u00e3e \u2500 com o Merc\u00fario purificado ou branqueado, tudo o que redundar\u00e1 no esplendor que oportunamente ter\u00e1 nossa Pedra Filosofal, que nos tornar\u00e1 invenc\u00edveis diante da mediocridade que envolve a especie humana por causa da multiplicidade egoica que temos dentro de n\u00f3s. Tudo foi sempre resumido na uni\u00e3o que deve ocorrer <strong>do fixo com o vol\u00e1til<\/strong> \u2500 o le\u00e3o, o fixo e a \u00e1guia, o vol\u00e1til .<\/p>\n\n<p>Da\u00ed que a bola que est\u00e1 conectada ao grifo do nosso emblema n\u00e3o seja outra coisa sen\u00e3o o <strong>caos herm\u00e9tico<\/strong> que alimenta os poderes da mesma, pelo qual esse caos leva asas, pois trata-se do nosso Merc\u00fario que \u00e9 suscet\u00edvel de ser sublimado atrav\u00e9s da transmuta\u00e7\u00e3o alqu\u00edmica, para terminar nos dando as v\u00e1rias faculdades que o hermetismo atribui \u00e0 nossa semente<\/p>\n\n<p>As palavras da inscri\u00e7\u00e3o s\u00e3o verdadeiras quando nos convidam a valorizar as faculdades de nossa semente sagrada, uma vez que a tratemos com os mist\u00e9rios do Arcanum A.Z.F., pois, embora o mundo ame terrivelmente as coisas terrenas, n\u00f3s valorizamos as coisas do Esp\u00edrito, mesmo quando muitos nos consideram pobres por n\u00e3o conhecermos a gra\u00e7a divina que podemos possuir. \u00c9 por isso que nos dizem que, se chegarmos a possuir aquela pedra sobre a qual repousa o <strong>grifo<\/strong>, teremos alcan\u00e7ado uma grande conquista.<\/p>\n\n<p>Essa \u00e9 a raz\u00e3o das lutas que vemos na parte inferior direita da gravura, na qual se destaca uma figura com uma lan\u00e7a \u200b\u200b\u2014 simb\u00f3lica \u200b\u200b\u2014, matando muitas pessoas \u2014 ou agregados psicol\u00f3gicos indesej\u00e1veis \u200b\u200b\u2014 que merecem ser reduzidos a nada.<\/p>\n\n<p>Do c\u00e9u vemos, em nossa gravura, uns feixes de luz que se desprendem, como auxiliando o buscador da Verdade em sua luta contra as trevas.<\/p>\n\n<p>Finalmente, lhes entrego algumas frases para a reflex\u00e3o:<\/p>\n\n<p><em><strong>&#8220;Mais contr\u00e1ria \u00e9 a fortuna ao homem que n\u00e3o deixa gozar o que tem, que ao que lhe nega o que lhe pede.&#8221;<\/strong><\/em><br \/>Plat\u00e3o<\/p>\n\n<p><em><strong>&#8220;Deus d\u00e1 feij\u00e3o para quem n\u00e3o tem mand\u00edbula.&#8221;<\/strong><\/em><br \/>Fernando de Rojas<\/p>\n\n<p><em><strong>&#8220;O benef\u00edcio de uns \u00e9 o dano de outros.&#8221;<\/strong><\/em><br \/>Montaigne<\/p>\n\n<p><em><strong>&#8220;A verdadeira fortaleza \u00e9 aquela que nos torna inflex\u00edveis sempre que se trata da virtude.&#8221;<\/strong><\/em><br \/>Plutarco<\/p>\n\n<p><em><strong>&#8220;N\u00e3o se pode chamar enganos aqueles que visam fins virtuosos.&#8221;<\/strong><\/em><br \/>Cervantes<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><em>FAC QUOD FACIENDUM EST.<\/em><\/strong><br \/>\u2500&#8221;Fa\u00e7a o que precisa ser feito&#8221;\u2500<\/p>\n\n<p><strong>KWEN KHAN KHU<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 necess\u00e1rio que mortifiquemos e decomponhamos esta terra, o que equivale a matar o grifo e pescar o peixe, a separar o fogo da terra, o sutil do denso, \u201csuavemente, com grande habilidade e prud\u00eancia\u201d, como ensina Hermes em sua T\u00e1bua de Esmeralda. 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