{"id":42694,"date":"2025-11-12T17:39:54","date_gmt":"2025-11-12T20:39:54","guid":{"rendered":"https:\/\/vopus.org\/?p=42694"},"modified":"2025-11-12T17:39:58","modified_gmt":"2025-11-12T20:39:58","slug":"a-virtude-nao-sabe-cair","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/a-virtude-nao-sabe-cair\/","title":{"rendered":"&#8220;NESCIT LABI VIRTUS&#8221; (A virtude n\u00e3o sabe cair) y &#8220;QUOCUNQUE FERAR&#8221; (Onde quer que eu seja levado)"},"content":{"rendered":"\n<p>Amados leitores\/as:<\/p>\n\n<p>Nesta ocasi\u00e3o, envio-lhe dois emblemas do mesmo livro: <em><strong>Selectorum emblematum<\/strong><\/em>, com o texto em latim e franc\u00eas antigos.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-medium\"><img decoding=\"async\" width=\"480\" height=\"624\" src=\"https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/a-donde-quiera-que-sea-llevado-selectorum-emblemata-3-480x624.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-42011\" title=\"A virtude n&#xE3;o sabe cair, Selectorum Emblematum\" srcset=\"https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/a-donde-quiera-que-sea-llevado-selectorum-emblemata-3-480x624.jpg 480w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/a-donde-quiera-que-sea-llevado-selectorum-emblemata-3-960x1249.jpg 960w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/a-donde-quiera-que-sea-llevado-selectorum-emblemata-3-768x999.jpg 768w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/a-donde-quiera-que-sea-llevado-selectorum-emblemata-3.jpg 613w\" sizes=\"(max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><\/figure><\/div>\n<p>A primeira dessas gravuras \u00e9 intitulado&#8230;<\/p>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><em>\u2026NESCIT LABI VIRTUS<\/em><br \/>\u2500&#8221;A virtude n\u00e3o sabe cair&#8221;\u2500<\/h2>\n\n<p>Isso tamb\u00e9m pode ser traduzido como &#8220;A virtude n\u00e3o pode cair&#8221;, ou, um pouco mais livremente, &#8220;A virtude n\u00e3o conhece quedas&#8221;.<\/p>\n\n<p>Mais abaixo temos estas outras frases:<\/p>\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\"><em>Ipsa suis opibus contra omnes fulta ruinas<\/em><br \/><em>Virtus non ullo labitur, alma loco.<\/em><\/pre>\n\n<p>Significado: &#8220;Sustentada por si mesma atrav\u00e9s de suas obras contra todos os fracassos, a virtude, benigna, n\u00e3o cai em lugar algum&#8221;.<\/p>\n\n<p>Em seguida temos este texto em franc\u00eas:<\/p>\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>Ainsy que toufiours droit se tient la chausse trappe<\/em><br \/><em>Ores qu\u00b4on la renversse et donne mile tours<\/em><br \/><em>Tout ainsy la verttu droicte fe tient tousiours<\/em><br \/><em>Soit que l\u00b4advesite par tous endroictes la frappe.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n<p>TRADU\u00c7\u00c3O: &#8220;Assim o cardo sempre se mant\u00e9m ereto, mesmo que lhe d\u00ea mil voltas. Assim tamb\u00e9m a virtude sempre se mant\u00e9m reta mesmo que a adversidade a golpeie por todos os lados&#8221;.<\/p>\n\n<p>O que isso tudo significa, paciente leitor ?<\/p>\n\n<p>\u00c9 muito curioso destacar que, nesta gravura, <strong>a virtude<\/strong> \u00e9 representada por um tri\u00e2ngulo gigante no centro. Este tri\u00e2ngulo representa, gn\u00f3sticamente, <strong>as tr\u00eas for\u00e7as primordiais da cria\u00e7\u00e3o: Santo Afirmar, Santo Negar e Santo Conciliar.<\/strong><\/p>\n\n<p>Nossa Autorrealiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 outra coisa que a encarna\u00e7\u00e3o dessas tr\u00eas for\u00e7as em nossa natureza an\u00edmica e f\u00edsica. Este \u00e9 o nosso prop\u00f3sito pelo qual fomos trazidos \u00e0 exist\u00eancia. Trata-se, portanto, de encarnar a for\u00e7a do Pai, a for\u00e7a do Filho e a for\u00e7a do Esp\u00edrito Santo. Indiscutivelmente que n\u00e3o podemos fazer isso da noite para o dia, \u00e9 um trabalho que deve levar toda a nossa vida at\u00e9 complet\u00e1-lo, culminando com o qualificativo de A GRANDE OBRA INTERIOR.<\/p>\n\n<p>Por isso vemos o tri\u00e2ngulo de nossa gravura suspenso no ar, cercado por um vento tempestuoso que amea\u00e7a faz\u00ea-lo cair e se autodestruir. No entanto, como nossa gravura bem diz, <strong>quando nossas virtudes est\u00e3o bem fortalecidas, elas n\u00e3o cedem \u00e0s tempestades do Ego, nem \u00e0s adversidades do destino<\/strong>. \u00c9 \u00f3bvio que, para uma virtude ser nutrida com a for\u00e7a necess\u00e1ria, devemos exercit\u00e1-la na vida di\u00e1ria por meio da <strong>temperan\u00e7a<\/strong>; em outras palavras, suportando todos os tipos de gin\u00e1sios psicol\u00f3gicos que o labirinto da nossa exist\u00eancia nos traz a cada dia. Quando algu\u00e9m perde suas virtudes, \u00e9 porque realmente lhe faltou uma compreens\u00e3o profunda delas e, portanto, as ra\u00edzes dessas virtudes n\u00e3o puderam resistir aos contratempos \u00e0s quais era confrontada no vale da exist\u00eancia.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-medium\"><img decoding=\"async\" width=\"480\" height=\"631\" src=\"https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/a-donde-quiera-que-sea-llevado-selectorum-emblemata-1-480x631.jpg\" alt=\"Onde quer que seja levado, Selectorum Emblematum\" class=\"wp-image-41967\" title=\"Onde quer que seja levado, Selectorum Emblematum\" srcset=\"https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/a-donde-quiera-que-sea-llevado-selectorum-emblemata-1-480x631.jpg 480w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/a-donde-quiera-que-sea-llevado-selectorum-emblemata-1-960x1263.jpg 960w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/a-donde-quiera-que-sea-llevado-selectorum-emblemata-1-768x1010.jpg 768w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/a-donde-quiera-que-sea-llevado-selectorum-emblemata-1.jpg 705w\" sizes=\"(max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><\/figure><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><a><em>QUOC<\/em><\/a><em>UNQUE FERAR<\/em><br \/>\u2500&#8221;Onde quer que seja levado&#8221;\u2500<\/h2>\n\n<p>A palavra <em>CUBUS<\/em> que vemos no centro da imagem claramente significa &#8220;CUBO&#8221;.<\/p>\n\n<p>Uma frase latina nos diz:<\/p>\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\"><em>Non refert, QUOCUNQUE ferar unus et idem<\/em><br \/><em>cum similis semper totus ubique mihi.<\/em><\/pre>\n\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: &#8220;N\u00e3o importa, para onde quer que eu seja levado, seguirei sempre o mesmo, pois, onde quer que eu v\u00e1, tudo sempre ser\u00e1 parecido como eu.&#8221;<\/p>\n\n<p>Outra poss\u00edvel tradu\u00e7\u00e3o: &#8220;N\u00e3o importa para onde me levem, continuarei sendo o mesmo, pois sou sempre o mesmo e \u00edntegro em todos os lugares.&#8221;<\/p>\n\n<p>A frase em franc\u00eas antigo nos diz:<\/p>\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>L&#8217;homme droit, et constant, doue d\u00b4une ame pure<\/em><br \/><em>ne change point de coeur par les malheureux traits,<\/em><br \/><em>comme le det quarre -carr\u00e9-qui ne tombe jamais<\/em><br \/><em>quoy qu\u00b4on le gette -jette- au tour, que droit en sa posture.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: &#8220;O homem reto e constante, dotado de uma alma pura, n\u00e3o troca seus sentimentos profundos por caracter\u00edsticas infelizes. Como a obra s\u00f3lida que nunca cai, aconte\u00e7a o que acontecer, se mant\u00e9m reto em sua postura.&#8221;<\/p>\n\n<p>Que mist\u00e9rio nos ensina esta outra gravura, amigos e amigas?<\/p>\n\n<p>Para come\u00e7ar nosso estudo devemos observar que a figura central de nossa gravura \u00e9 constitu\u00edda por UM CUBO que vem dos c\u00e9us. No lado direito vemos dois personagens que, ajoelhados, oram muito concentrados, enquanto um terceiro personagem os ouve sentado. No lado esquerdo vemos um pastor correndo e atr\u00e1s dele suas ovelhas. O trio de personagens que oram faz alus\u00e3o aos irm\u00e3os que <strong>rezam ao c\u00e9u para n\u00e3o cair em tenta\u00e7\u00e3o<\/strong>. Essa \u00e9 nossa humanidade que, mergulhada em suas impress\u00f5es terrenas, busca ansiosamente ser ouvida pela divindade.<\/p>\n\n<p>Por outro lado, o pastor com suas ovelhas foge aterrorizado, temendo o enorme cubo que paira sobre o mundo, isto \u00e9, sobre a Terra. Mais ao fundo, vemos uma casa come\u00e7ando a pegar fogo. O que \u00e9 tudo isso?<\/p>\n\n<p>Este pastor simboliza a grande quantidade de personagens pseudoespirituais que tentam guiar as sociedades humanas, mas carecem de argumentos s\u00e1bios e expl\u00edcitos sobre os problemas do homem e seu desenvolvimento na face de nosso mundo. Total, diante de situa\u00e7\u00f5es incertas s\u00f3 sabem fazer uma coisa: fugir dos acontecimentos e procurar esconderijos para se refugiar.<\/p>\n\n<p>A casa que est\u00e1 em chamas simboliza nossa pr\u00f3pria sociedade que, afastada das virtudes, acaba sendo v\u00edtima de suas pr\u00f3prias iniquidades.<\/p>\n\n<p>Agora, o cubo representa a PEDRA FILOSOFAL, o pr\u00f3prio SER. Ele \u00e9 Ele, a divindade que habita em nossas profundezas e que \u00e9 imune a todas as adversidades que a cria\u00e7\u00e3o apresenta em qualquer lugar do nosso globo. Por isso, em uma das tradu\u00e7\u00f5es anteriores nos \u00e9 dito: &#8220;N\u00e3o importa, onde quer que me levem permanecerei o mesmo, j\u00e1 que sou sempre o mesmo e \u00edntegro em todos os lugares&#8221;.<\/p>\n\n<p>O SER \u00c9 O SER, queridos\/as leitores\/as; Ele \u00e9 quem foi, quem \u00e9 e quem sempre ser\u00e1 por toda a eternidade. O SER \u00c9 IMUT\u00c1VEL E SEMPRE SER\u00c1 DOTADO DE SUA ONISCI\u00caNCIA, ONIPOT\u00caNCIA E OMNIPRESEN\u00c7A, jamais esque\u00e7amos disso.<\/p>\n\n<p>O SER \u00e9 o Pai de todas as Luzes, e Aquele que sempre tem as chaves do reino dos c\u00e9us. Ele est\u00e1 presente em todos os reinos da cria\u00e7\u00e3o, pois \u00e9 a pr\u00f3pria CONSCI\u00caNCIA da natureza, do universo e do cosmos em geral.<\/p>\n\n<p>Se O encarnarmos, seremos finalmente parte de sua natureza e Ele nos tornar\u00e1 imunes \u00e0s quedas pr\u00f3prias das almas fracas.<\/p>\n\n<p>Vou adicionar agora algumas frases para sua reflex\u00e3o:<\/p>\n\n<p><em><strong>&#8220;O agradecimento \u00e9 a parte principal de um homem bom&#8221;.<\/strong><\/em><br \/>Quevedo<\/p>\n\n<p><strong><em>&#8220;O agradecimento \u00e9 a mem\u00f3ria do cora\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/em><\/strong><br \/>Lao-Tse<\/p>\n\n<p><em><strong>&#8220;\u00c9 justo que aqueles que recebem qualquer benef\u00edcio, mesmo que insignificante, demonstrem gratid\u00e3o.&#8221;<\/strong><\/em><br \/>Cervantes<\/p>\n\n<p><em><strong>&#8220;Nenhum homem digno pedir\u00e1 que lhe agrade\u00e7a aquilo que nada lhe custa&#8221;.<\/strong><\/em><br \/>Terencio<\/p>\n\n<p><em><strong>&#8220;Elogiar de cora\u00e7\u00e3o \u00e9 uma boa a\u00e7\u00e3o; \u00e9, de certa forma, participar dela&#8221;.<\/strong><\/em><br \/>La Rochefoucauld<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><em>AD INFINITUM.<\/em><\/strong><br \/>\u2500&#8221;At\u00e9 o infinito&#8221;\u2500<\/p>\n\n<p><strong>KWEN KHAN KHU<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta ocasi\u00e3o, envio-lhe dois emblemas do mesmo livro: Selectorum emblematum, com o texto em latim e franc\u00eas antigos.<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":41962,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[164,214,468],"tags":[1124,1382,1405],"contenido":[274],"fuente":[49],"pilar":[],"fase":[],"conferencia":[],"read_online":[],"author_tax":[325],"class_list":["post-42694","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-alquimia-pt-br","category-misticismo-pt-br","category-mensagens-vm-kwen-khan-khu","tag-gravuras","tag-virtudes","tag-de-vises-sten","contenido-artigos","fuente-maestro","author_tax-v-m-kwen-khan-khu-pt-br"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42694","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42694"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42694\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":42695,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42694\/revisions\/42695"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/41962"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42694"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42694"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42694"},{"taxonomy":"contenido","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/contenido?post=42694"},{"taxonomy":"fuente","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/fuente?post=42694"},{"taxonomy":"pilar","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pilar?post=42694"},{"taxonomy":"fase","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/fase?post=42694"},{"taxonomy":"conferencia","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/conferencia?post=42694"},{"taxonomy":"read_online","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/read_online?post=42694"},{"taxonomy":"author_tax","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/author_tax?post=42694"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}