{"id":38269,"date":"2025-04-03T16:07:57","date_gmt":"2025-04-03T19:07:57","guid":{"rendered":"https:\/\/vopus.org\/?p=38269"},"modified":"2025-04-15T19:03:03","modified_gmt":"2025-04-15T22:03:03","slug":"a-natureza-representa-a-eternidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/a-natureza-representa-a-eternidade\/","title":{"rendered":"&#8220;Consideratio segunda&#8221; (Segunda considera\u00e7\u00e3o. Na que a Natureza representa a eternidade)"},"content":{"rendered":"\n<p>Querid\u00edssimos amigos e amigas:<\/p>\n\n<p>Com enorme gosto fazemos-lhes chegar a presente gravura realizada pelos irm\u00e3os flamengos, gravadores e editores de livros, Raphael Sadeler \u25001584-1632\u2500 e Johann Sadeler \u25001600-1665\u2500, que aparece no livro intitulado <strong><em>De Aeternitate considerations <\/em><\/strong>\u2500\u2018Considera\u00e7\u00f5es sobre a eternidade\u2019\u2500, escrito pelo jesu\u00edta alem\u00e3o Jeremias Drexel \u25001581-1638\u2500 e publicado em 1631 em Amsterd\u00e3. Esta obra cont\u00e9m nove coment\u00e1rios em latim sobre a eternidade. Cada coment\u00e1rio vai acompanhado de uma gravura.<\/p>\n\n<p>A presente gravura tem por t\u00edtulo\u2026<\/p>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><em>\u2026CONSIDERATIO SEGUNDA. In quibus Natura reprasentet Aeternitatem<\/em>&#013;\n\u2500\u2018SEGUNDA CONSIDERA\u00c7\u00c3O. Na qual a Natureza representa a eternidade\u2019\u2500.<\/h2>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-medium\"><img decoding=\"async\" width=\"480\" height=\"886\" src=\"https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/consideratio-segunda-raphael-sadeler-johann-sadeler-jeremias-drexel-480x886.jpg\" alt=\"Segunda considera&#xE7;&#xE3;o. Na qual a Naturaleza representa a eternidade, Jeremias Drexel\" class=\"wp-image-37818\" title=\"A Natureza representa a eternidade, Jeremias Drexel\" srcset=\"https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/consideratio-segunda-raphael-sadeler-johann-sadeler-jeremias-drexel-480x886.jpg 480w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/consideratio-segunda-raphael-sadeler-johann-sadeler-jeremias-drexel-960x1773.jpg 960w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/consideratio-segunda-raphael-sadeler-johann-sadeler-jeremias-drexel-768x1418.jpg 768w, https:\/\/vopus.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/consideratio-segunda-raphael-sadeler-johann-sadeler-jeremias-drexel.jpg 648w\" sizes=\"(max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><\/figure><\/div>\n<p>No frontisp\u00edcio, uma cita do livro de Habacuc, oitavo dos doze profetas menores da B\u00edblia:<\/p>\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u00abIncurvati sunt colles mundi ab itineribus AETERNITATIS eius. Habac. C. 3\u00bb.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: <strong>\u2018Os montes do mundo inclinaram-se ante os caminhos de sua eternidade. Habacuc. C. 3\u2019.<\/strong><\/p>\n\n<p>Como variante da tradu\u00e7\u00e3o, citamos o Habacuc 3:6 da B\u00edblia: \u00abAfundaram-se os montes antigos. Seus caminhos s\u00e3o eternos\u00bb.<\/p>\n\n<p>Acrescentamos um texto em latim da parte inferior:<\/p>\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u00abBasiliscus, Salamandra, Phoenix, anulus aureus, mons igenus AETERNITATIS in terra monere possunt: aeternos in coelo facere non potest nisi beata AETERNITAS\u00bb.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: <strong>\u2018O Basilisco, a Salamandra, a F\u00eanix, o Anel de ouro, a Montanha de fogo fazem lembrar A ETERNIDADE na terra: mas somente a bendita ETERNIDADE pode faz\u00ea-los eternos nos c\u00e9us\u2019.<\/strong><\/p>\n\n<p>A presente gravura, al\u00e9m da sua beleza, lembra-nos os arqu\u00e9tipos ligados \u00e0 eternidade que encontramos nas escrituras sagradas de todos os tempos.<\/p>\n\n<p>\u00c9 por isso que os coment\u00e1rios acerca de ditos arqu\u00e9tipos se remontam aos tempos nos quais at\u00e9 as pr\u00f3prias colinas de nosso mundo se prosternavam e se prosternam ante o <strong>Caminho Secreto<\/strong>.<\/p>\n\n<p>Para entrar na an\u00e1lise desta gravura devemos come\u00e7ar pelo temido<strong> basilisco<\/strong>. As lendas herm\u00e9ticas mostravam-no de uma maneira bastante estranha e enfatizavam o cuidado que o alquimista devia ter com essa criatura, que \u00e0s vezes era representada sob a forma de una esp\u00e9cie de galo do qual saia uma l\u00edngua de serpente e seu corpo terminava em uma cauda tamb\u00e9m de serpente. Sumamente venenoso, at\u00e9 o ponto que se devia evitar uma picada de tal criatura. Obviamente, indo mais al\u00e9m do mito e buscando sua poss\u00edvel conex\u00e3o com a realidade, temos que concluir descrevendo-o como a representa\u00e7\u00e3o do defeito infra-humano da <strong>lux\u00faria<\/strong>. De jeito nenhum devemos esquecer que a lux\u00faria foi a causante da <strong>queda ang\u00e9lica <\/strong>das primeiras ra\u00e7as que ainda conservavam caracter\u00edsticas divinais. Foi precisamente a lux\u00faria que passou a ser o <strong>pecado original, <\/strong>que afundou na inconsci\u00eancia o <strong>Ad\u00e3o e a Eva<\/strong> do G\u00eanesis b\u00edblico.<\/p>\n\n<p>Em segundo lugar vamos agora analisar <strong>a Salamandra<\/strong>. A tais efeitos recorramos ao V.M. Fulcanelli, quem, falando sobre essa enigm\u00e1tica criatura, comenta-nos:<\/p>\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u00abSalamandra, em latim, vem de sal e mandra, que significa est\u00e1bulo e tamb\u00e9m cavidade de rocha, solid\u00e3o, eremit\u00e9rio. Salamandra \u00e9, pois, o nome do sal de est\u00e1bulo, sal de rocha ou sal solit\u00e1ria. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>Dessas etimologias podemos tirar a conclus\u00e3o de que <strong>o sal, esp\u00edrito ou fogo<\/strong> nasce em um est\u00e1bulo, em uma cavidade de rocha ou em uma gruta&#8230; J\u00e1 basta. Deitado na palha de seu verso na gruta de Bel\u00e9m, n\u00e3o ser\u00e1 Jesus o novo sol que traz a luz ao mundo? N\u00e3o \u00e9 o pr\u00f3prio Deus sob sua envoltura carnal e perec\u00edvel? Quem disse, pois, <strong>Eu sou o Esp\u00edrito e a Vida, e vim atear Fogo \u00e0s coisas<\/strong>?<\/p>\n\n\n\n<p>Esse fogo espiritual, informado e corporizada no sal, \u00e9 o <strong>enxofre escondido<\/strong>, porque no curso de sua opera\u00e7\u00e3o jamais se p\u00f5e de manifesto nem se faz sens\u00edvel a nossos olhos. E, por\u00e9m, esse enxofre, por mais invis\u00edvel que seja, n\u00e3o \u00e9 de jeito nenhum, uma engenhosa abstra\u00e7\u00e3o, um artif\u00edcio de doutrina. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, a pr\u00f3pria sele\u00e7\u00e3o <strong>da salamandra,<\/strong> leva-nos a pensar que nosso alquimista deve ter procurado por muito tempo e empregado numerosos anos no descobrimento do <strong>fogo secreto<\/strong>. O hieroglifo dissimula, de fato, a natureza psicoqu\u00edmica dos frutos do jardim de <strong>H\u00e9spera<\/strong>, frutos cuja maturidade tardia, n\u00e3o \u00e9 desfrutado pelo s\u00e1bio at\u00e9 sua velhice, e n\u00e3o se colhe, mas quase no entardecer da vida, no poente (EsperiV) de uma laboriosa e penosa carreira\u00bb.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n<p>Sem d\u00favida, caro\/a leitor\/a, temos que ser muito pacientes quando se trata de apoderar-nos do sal do Esp\u00edrito ou desse <strong>Fogo Secreto <\/strong>t\u00e3o necess\u00e1rio para mudar nossa natureza. \u00c9 necess\u00e1rio ser muito sensatos, muito \u00e9ticos em nosso trabalho, pois o fogo que buscamos tem que se extrair da rocha ou das entranhas de nossa sexualidade. Tal \u00e9 o mist\u00e9rio da salamandra nos arqu\u00e9tipos alqu\u00edmicos. \u00c9 curioso que Fulcanelli chame a nosso sal alqu\u00edmico de <strong><em>sal de rocha ou solit\u00e1ria<\/em><\/strong>. Por qu\u00ea?<\/p>\n\n<p>Porque ningu\u00e9m imaginaria que tal sal fosse o pr\u00f3prio fogo do Alt\u00edssimo que, sem sombra de d\u00favidas, encontraremos sempre submersos em nossa solid\u00e3o, infundidos em nossas reflex\u00f5es e em nossa individualidade. Esse \u00e9 o motivo pelo qual, em nossa gravura, a salamandra est\u00e1 aderida a uma rocha em chamas. Lembremos, por outro lado, que nosso Caminho Secreto est\u00e1 composto por TR\u00caS MONTANHAS e essas montanhas s\u00e3o \u00edgneas.<\/p>\n\n<p>Passemos agora a investigar a figura que nos mostra a <strong>Ave F\u00eanix <\/strong>da mitologia. A esse respeito cedamos de novo a palavra ao Vener\u00e1vel Fulcanelli quem, falando-nos a respeito desse singular p\u00e1ssaro, diz em sua obra <em>As Moradas dos Fil\u00f3sofos<\/em>, o seguinte:<\/p>\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u00abAssim, uma vez destru\u00edda a mat\u00e9ria, mortificada e depois recomposta em um novo corpo gra\u00e7as ao fogo secreto que excita o do forno, eleva-se gradualmente com ajuda das multiplica\u00e7\u00f5es at\u00e9 a perfei\u00e7\u00e3o do fogo puro, velado sob a figura do imortal <strong>F\u00eanix: <\/strong><strong>sic itur ad astra<\/strong>. Do mesmo modo, o obreiro, fiel servidor da Natureza, adquire, com o conhecimento sublime, o elevado t\u00edtulo de cavalheiro, a estima de seus iguais, o reconhecimento de seus irm\u00e3os e a honra mais invej\u00e1vel de toda a gl\u00f3ria mundana de figurar entre os disc\u00edpulos de Elias\u00bb.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n<p>A Ave F\u00eanix \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria Pedra Filosofal, aquela gema preciosa que representa os indiv\u00edduos solares que venceram o tempo, a enfermidade e a velhice. Por isso \u00e9 a terceira figura que estamos investigando nesta gravura altamente significativa e ligada \u00e0 ETERNIDADE. Existem umas avalia\u00e7\u00f5es interessantes do pr\u00f3prio irm\u00e3o mais velho FULCANELLI, vejamos:<\/p>\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u00abEle \u00e9 a \u00fanica testemunha de todas as idades do mundo, e viu se metamorfosearem as almas douradas do s\u00e9culo de ouro em prata, de prata em bronze, e de bronze em ferro. Ele \u00e9 o \u00fanico cuja companhia jamais faltou no c\u00e9u e no mundo, e ele \u00e9 o \u00fanico que <strong>brinca com a morte e a converte em sua ama de leite e sua m\u00e3e, fazendo-lhe parir a vida<\/strong><strong>. Tem o privil\u00e9gio do tempo, da vida e da morte, ao mesmo tempo, pois quando se sente carregado de anos, entristecido por uma longa velhice e abatido por tantos anos que viu transcorrer uns ap\u00f3s outros, deixa-se arrastar por um desejo e justa aspira\u00e7\u00e3o de renovar-se mediante um falecimento milagroso. Ent\u00e3o, faz um mont\u00e3o que n\u00e3o tem nome neste mundo, pois n\u00e3o \u00e9 um ninho, ou um verso ou lugar de nascimento, pois l\u00e1 deixa a vida. Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 uma tumba, um f\u00e9retro ou uma urna funesta, pois dele toma a vida. De maneira que n\u00e3o \u00e9 outro <\/strong><strong>f\u00ean<\/strong><strong>i<\/strong><strong>x inanimado, sendo ninho e tumba, matriz e sepulcro, o pal\u00e1cio da vida e da morte, ao mesmo tempo que, a favor da F\u00eanix, p\u00f5em-se de acordo para essa ocasi\u00e3o. Bem, seja o que for, l\u00e1, nos bra\u00e7os tremidos de uma <\/strong><strong>p<\/strong><strong>a<\/strong><strong>lma<\/strong><strong>4, re\u00fane um mont\u00e3o de paus de canela e de incenso. Sobre o incenso coloca canaf\u00edstula e sobre a canaf\u00edstula, nardo e, depois, com um lastimoso olhar, encomendando-se <\/strong><strong>ao<\/strong><strong> Sol, seu matador e pai, pousa ou se deita nessa pira de b\u00e1lsamo para despojar-se de seus inc\u00f4modos anos. O Sol, favorecendo os justos desejos desse P\u00e1ssaro, acende a pira, e reduzindo tudo a cinza, com um sopro perfumado, devolve-lhe a vida\u00bb.<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n\n<p>E chegamos agora ao quarto s\u00edmbolo, constitu\u00eddo nesta gravura por um anel de ouro. Esse \u00e9 o anel dos triunfadores, daqueles que, havendo criado sua pr\u00f3pria PEDRA FILOSOFAL, podem dar-se ao luxo de se tornarem FILHOS DA ETERNIDADE se assim o permitir a vontade suprema do REAL SER.<\/p>\n\n<p>Essa classe de indiv\u00edduos sagrados est\u00e1 mostrada pela figura central do Adepto que leva em seu peito um sol, para asseverar que \u00e9 um FILHO DO SOL e n\u00e3o uma criatura lunar tal como a enorme multid\u00e3o de nossa atual ra\u00e7a \u00c1ria.<\/p>\n\n<p>Esse indiv\u00edduo sagrado do qual estamos escrevendo tem sobre sua cabe\u00e7a, justamente, a palavra <strong><em>AETERNITAS<\/em><\/strong>, significando a <strong>\u2018ETERNIDADE\u2019<\/strong>, essa ETERNIDADE que ganharam aqueles que enfrentaram o PR\u00cdNCIPE DESTE MUNDO, a Besta, cujo n\u00famero secreto \u00e9 666, esses que fizeram dos TR\u00caS FATORES DA REVOLU\u00c7\u00c3O DA CONSCI\u00caNCIA, sua<strong> DIVISA<\/strong>.<\/p>\n\n<p>Temos que ressaltar as doze estrelas que tamb\u00e9m circundam a cabe\u00e7a do Iniciado ou Adepto. Tais estrelas, sendo doze, representam <strong>as doze partes aut\u00f4nomas e autoconscientes de todo SER autorrealizado<\/strong>.<\/p>\n\n<p>Finalizamos o presente trabalho presenteando-lhes algumas frases muito oportunas para a reflex\u00e3o:<\/p>\n\n<p><strong><em>\u00abA eternidade quebra toda medida e destr\u00f3i toda compara\u00e7\u00e3o\u00bb.&#013;\n<\/em><\/strong>Pierre Nicole<\/p>\n\n<p><strong><em>\u00abAferre-se ao presente. Cada situa\u00e7\u00e3o, cada momento, tem seu valor infinito, porque representa toda uma eternidade\u00bb.&#013;\n<\/em><\/strong>Goethe<\/p>\n\n<p><strong><em>\u00abEternidade, um dia sem ontem nem amanh\u00e3\u00bb.&#013;\n<\/em><\/strong>Massilon<\/p>\n\n<p><strong><em>\u00abQuando tudo o que temos de mortal estiver revestido de imortalidade, sentiremos melhor a dignidade de nossa alma e a emin\u00eancia de suas qualidades; saberemos ent\u00e3o o que \u00e9 um Esp\u00edrito\u00bb.&#013;\n<\/em><\/strong>Rub\u00e9n Dar\u00edo<\/p>\n\n<p><strong><em>\u00abEsperan\u00e7a \u00e9 a for\u00e7a que nos enche de \u00e2nimo quando estamos desesperados\u00bb.&#013;\n<\/em><\/strong>G. K. Chesterton<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><em>MORS CERTA, HORA INCERTA.<\/em><\/strong>&#013;\n&#013;\n\u2500\u2018A morte \u00e9 certa, a hora \u00e9 incerta\u2019\u2500.<\/p>\n\n<p><strong>KWEN KHAN KHU<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A presente gravura, al\u00e9m da sua beleza, vem-nos lembrar os arqu\u00e9tipos ligados \u00e0 eternidade que encontramos nas escrituras sagradas de todos os tempos.<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":37843,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[480,164,468],"tags":[1033,1034],"contenido":[274],"fuente":[],"pilar":[],"fase":[],"conferencia":[],"read_online":[],"author_tax":[325],"class_list":["post-38269","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-simbolos-universais","category-alquimia-pt-br","category-mensagens-vm-kwen-khan-khu","tag-arte-pt-br","tag-alquimia-pt-br","contenido-artigos","author_tax-v-m-kwen-khan-khu-pt-br"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38269","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38269"}],"version-history":[{"count":42,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38269\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39109,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38269\/revisions\/39109"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/37843"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38269"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38269"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38269"},{"taxonomy":"contenido","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/contenido?post=38269"},{"taxonomy":"fuente","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/fuente?post=38269"},{"taxonomy":"pilar","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pilar?post=38269"},{"taxonomy":"fase","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/fase?post=38269"},{"taxonomy":"conferencia","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/conferencia?post=38269"},{"taxonomy":"read_online","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/read_online?post=38269"},{"taxonomy":"author_tax","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/author_tax?post=38269"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}