{"id":38261,"date":"2025-03-31T11:24:07","date_gmt":"2025-03-31T14:24:07","guid":{"rendered":"https:\/\/vopus.org\/?p=38261"},"modified":"2025-04-08T19:59:03","modified_gmt":"2025-04-08T22:59:03","slug":"a-mente-perfeita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/a-mente-perfeita\/","title":{"rendered":"A mente perfeita (Nag Hamadi)"},"content":{"rendered":"\n<p>Amad\u00edssimos amigos e amigas:<\/p>\n\n<p>Fa\u00e7o-lhes chegar com imenso prazer um poema gn\u00f3stico intitulado\u2026<\/p>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">\u2026A MENTE PERFEITA<\/h2>\n\n<p>Foi achado entre os manuscritos de Nag Hamadi. Remonta mais ou menos dois mil anos no tempo.<\/p>\n\n<p>Quem fala neste poema \u00e9 a divina SOPHIA, a alma que foi enviada desde o AIN e que, havendo ca\u00eddo, busca regressar as suas origens. Da\u00ed que ela pr\u00f3pria se questione seu destino.<\/p>\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>Eu fui enviada desde o poder&#013;\ne vim \u00e0queles que refletem sobre mim,&#013;\ne fui encontrada entre aqueles que me procuram.&#013;\nConsiderem-me aqueles que refletem sobre mim,&#013;\ne voc\u00eas que escutam, me escutem.&#013;\nAqueles que me aguardam, me levem com voc\u00eas.&#013;\nE n\u00e3o me percam de vista.&#013;\nE n\u00e3o fa\u00e7am com que sua voz me odeie, nem seu ouvido.&#013;\nN\u00e3o me ignorem em nenhum lugar nem em nenhum momento.&#013;\nEstejam em guarda!&#013;\nN\u00e3o me ignorem.<\/p>\n\n\n\n<p>Porque eu sou a primeira e a \u00faltima.&#013;\nEu sou a honrada e a desprezada.&#013;\nEu sou a prostituta e a santa.&#013;\nEu sou a esposa e a virgem.&#013;\nEu sou a m\u00e3e e a filha.&#013;\nEu sou os membros de minha m\u00e3e.&#013;\nEu sou a est\u00e9ril&#013;\ne muitos s\u00e3o meus filhos.&#013;\nEu sou aquela cujo casamento \u00e9 grande,&#013;\ne n\u00e3o tomei esposo.&#013;\nEu sou a parteira e aquela que n\u00e3o deu \u00e0 luz.&#013;\nEu sou o consolo das dores de parto.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu sou a noiva e o noivo,&#013;\ne foi meu esposo quem me concebeu.&#013;\nEu sou a m\u00e3e de meu pai&#013;\ne a irm\u00e3 de meu esposo&#013;\ne ele \u00e9 minha criatura.&#013;\nEu sou a escrava do que me preparou.&#013;\nEu sou a que governa minha criatura,&#013;\nmas ele \u00e9 quem me concebeu antes do tempo do nascimento.<\/p>\n\n\n\n<p>E ele \u00e9 minha criatura a seu devido tempo,&#013;\ne dele vem meu poder.&#013;\nEu sou o bra\u00e7o de seu poder em sua juventude,&#013;\ne ele \u00e9 o b\u00e1culo de minha velhice.&#013;\nE me ocorre aquilo que ele deseja.&#013;\nEu sou o sil\u00eancio incompreens\u00edvel&#013;\ne a ideia recorrente.&#013;\nEu sou a voz de m\u00faltiplos sons&#013;\ne a palavra de apar\u00eancia m\u00faltiplo.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu sou a pronuncia\u00e7\u00e3o de meu nome.&#013;\nPor que me amam quem me odeiam,&#013;\ne me odeiam quem me amam?&#013;\nAqueles que renegam de mim, confessam-me,&#013;\ne aqueles que me confessam renegam de mim.<\/p>\n\n\n\n<p>Aqueles que dizem verdade de mim, sobre mim mentem,&#013;\ne aqueles que mentiram sobre mim, disseram verdade de mim.<\/p>\n\n\n\n<p>Aqueles que me conhecem, ignoram-me,&#013;\ne aqueles que n\u00e3o me conheceram, conhecem-me.&#013;\nPorque eu sou o conhecimento e a ignor\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu sou vergonha e bravura.&#013;\nEu sou desavergonhada, eu estou envergonhada.&#013;\nEu sou for\u00e7a e eu sou medo.&#013;\nEu sou guerra e paz.&#013;\nPrestem-me aten\u00e7\u00e3o.&#013;\nEu sou a desonrada e a grande.&#013;\nPrestem aten\u00e7\u00e3o \u00e0 minha pobreza e \u00e0 minha riqueza.&#013;\nN\u00e3o sejam arrogantes comigo quando for expulsa da terra,&#013;\ne me encontrar\u00e3o naqueles que est\u00e3o por vir.<\/p>\n\n\n\n<p>E n\u00e3o me considerem no monte de esterco&#013;\nnem se marchem abandonando-me,&#013;\ne me encontrar\u00e3o nos reinos.&#013;\nE n\u00e3o me considerem quando estiver exilada entre aqueles&#013;\nque ca\u00edram em desgra\u00e7a e no mais remoto lugar,&#013;\ne n\u00e3o me abandonem entre aqueles que h\u00e3o de ser assassinados.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas eu, eu sou compassiva e eu sou cruel.&#013;\nEstejam em guarda!&#013;\nN\u00e3o odeiem minha obedi\u00eancia,&#013;\nn\u00e3o amem meu autocontrole.&#013;\nEm minha debilidade n\u00e3o me abandonem,&#013;\ne n\u00e3o temam meu poder.<\/p>\n\n\n\n<p>Por que menosprezam meu temor&#013;\ne maldizem meu orgulho?&#013;\nEu sou o que existe em todos os medos&#013;\ne fortalece no temor.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu sou aquela que \u00e9 fraca,&#013;\ne estou bem em lugar agrad\u00e1vel.&#013;\nEu sou inconsciente e eu sou s\u00e1bia.<\/p>\n\n\n\n<p>Por que me odeiam em seus conc\u00edlios?&#013;\nPorque eu calarei entre aqueles que calam,&#013;\ne eu aparecerei e falarei.&#013;\nPor que me odiaram, gregos?&#013;\nPor que eu sou b\u00e1rbara entre os b\u00e1rbaros?&#013;\nPois eu sou a sabedoria dos gregos&#013;\ne o conhecimento dos b\u00e1rbaros.&#013;\nEu sou o ju\u00edzo dos gregos e dos b\u00e1rbaros.&#013;\nEu sou aquela cuja imagem \u00e9 grande no Egito&#013;\ne aquela que n\u00e3o tem imagem entre os b\u00e1rbaros.&#013;\nEu sou aquela que foi odiada por toda parte&#013;\ne que foi amada por toda parte.<\/p>\n\n\n\n<p>Sou aquela \u00e0 qual chamam de Vida,&#013;\ne voc\u00eas me chamaram de Morte.&#013;\nEu sou aquela a qual chamam de Lei,&#013;\ne voc\u00eas me chamaram de Caos.&#013;\nEu sou aquela a qual perseguiram,&#013;\ne eu sou aquela a qual apressaram.&#013;\nEu sou aquela a qual temiam,&#013;\ne a mim se uniram.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu sou aquela ante a qual se envergonharam,&#013;\ne voc\u00eas foram desavergonhados comigo.&#013;\nEu sou aquela que n\u00e3o guarda as festas,&#013;\ne eu sou aquela cujas festas s\u00e3o muitas.&#013;\nEu, eu n\u00e3o tenho deus,&#013;\ne eu sou aquela cujo Deus \u00e9 grande.&#013;\nEu sou aquela sobre a qual refletiram,&#013;\ne me menosprezaram.&#013;\nEu sou incompreens\u00edvel,&#013;\ne aprenderam de mim.&#013;\nEu sou aquela a qual desprezaram,&#013;\ne refletem sobre mim\u2026<\/p>\n\n\n\n<p>Eu sou aquela da quem se esconderam,&#013;\ne aparecem ante mim.&#013;\nMas quando se esconderem,&#013;\neu aparecerei.&#013;\nPois quando apare\u00e7am,&#013;\nesconder-me-ei de voc\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>[\u2026]<\/p>\n\n\n\n<p>Eu sou o conhecimento de minha pergunta,&#013;\ne o achado daqueles que me procuram,&#013;\ne a resposta a quem perguntam por mim,&#013;\ne o poder dos poderes em meu conhecimento&#013;\ndos anjos, que foram enviados a minha palavra,&#013;\ne dos deuses em sua idade por meu conselho,&#013;\ne dos esp\u00edritos de cada homem que existe comigo,&#013;\ne de cada mulher que habita em mim.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu sou aquela que \u00e9 honrada e louvada,&#013;\ne que \u00e9 menosprezada com desprezo.&#013;\nEu sou paz,&#013;\ne guerra que vieram por minha causa.&#013;\nEu sou estrangeira e cidad\u00e3.&#013;\nEu sou a subst\u00e2ncia e aquela sem subst\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>Aqueles que n\u00e3o est\u00e3o comigo, ignoram-me,&#013;\ne aqueles que est\u00e3o em minha subst\u00e2ncia s\u00e3o aqueles que me conhecem.&#013;\nAqueles que est\u00e3o perto de mim, ignoraram-me,&#013;\ne aqueles que est\u00e3o longe de mim s\u00e3o aqueles que me conheceram.&#013;\nNo dia em que me aproximo a voc\u00eas, est\u00e3o longe de mim,&#013;\ne no dia em que me afasto de voc\u00eas, estou a seu lado.<\/p>\n\n\n\n<p>[\u2026]<\/p>\n\n\n\n<p>Eu sou o controle e a incontrol\u00e1vel.&#013;\nEu sou a uni\u00e3o e a dissolu\u00e7\u00e3o.&#013;\nEu sou a perman\u00eancia e sou a imperman\u00eancia.&#013;\nEu sou a que est\u00e1 abaixo,&#013;\ne eles v\u00eam sobre mim.<\/p>\n\n\n\n\n<p>Eu sou o ju\u00edzo e a absolu\u00e7\u00e3o.&#013;\nEu, eu sou a sem pecado,&#013;\ne a raiz do pecado deriva de mim.&#013;\nEu sou lux\u00faria aparente,&#013;\ne em mim habita a castidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu sou a voz ao alcance de todos&#013;\ne o discurso incompreens\u00edvel.&#013;\nEu sou uma muda que n\u00e3o fala,&#013;\ne grande \u00e9 a multid\u00e3o de minhas palavras.&#013;\nOusam-me na do\u00e7ura, e aprendam de minha aspereza.&#013;\nEu sou a que grita,&#013;\ne eu sou expulsa da face da terra.&#013;\nEu preparo o p\u00e3o e nele fecho minha alma.&#013;\nEu sou o conhecimento de meu nome.&#013;\nEu sou aquela que grita,&#013;\ne eu escuto.<\/p>\n\n\n\n<p>[\u2026]<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00eas, os derrotados, julguem quem os derrotam&#013;\nantes que julguem voc\u00eas,&#013;\nporque o juiz e a parcialidade existem em voc\u00eas.&#013;\nSe s\u00e3o condenados por este, quem os absolver\u00e1?&#013;\nOu, se s\u00e3o absolvidos por ele, quem os prender\u00e1?&#013;\nPois o que habita em seu interior \u00e9 o que habita fora de voc\u00eas,<\/p>\n\n\n\n<p>e aquele que os cria no exterior&#013;\n\u00e9 quem modela seu interior.&#013;\nE o que veem em seu exterior, veem-no em seu interior;&#013;\n\u00e9 invis\u00edvel e \u00e9 seu vestido.&#013;\nEscutem-me os que escutam,&#013;\ne aprendam de minhas palavras aqueles que me conhecem.&#013;\nEu sou a voz ao alcance de todos.&#013;\nEu sou o discurso incompreens\u00edvel.&#013;\nEu sou o nome do som&#013;\ne o som do nome.&#013;\nEu sou o signo da letra.<\/p>\n\n\n\n<p>[\u2026]<\/p>\n\n\n\n<p>E eu pronunciarei seu nome.&#013;\nOlhem ent\u00e3o suas palavras&#013;\ne todas as escrituras que foram completadas.&#013;\nPrestem aten\u00e7\u00e3o aqueles que escutam,&#013;\ne tamb\u00e9m voc\u00eas, anjos e aqueles que foram enviados,&#013;\ny voc\u00eas, esp\u00edritos que foram despertados da morte.&#013;\nPois eu sou aquela que existe em solid\u00e3o,&#013;\ne n\u00e3o tenho ningu\u00e9m que me julgue.&#013;\nPois muitas s\u00e3o as formas prazerosas do pecado,&#013;\ne a incontin\u00eancia,&#013;\ne as paix\u00f5es desonrosas,&#013;\ne os prazeres fugazes,&#013;\nque os homens abra\u00e7am antes da sobriedade&#013;\ne do regresso a seu lugar de repouso.&#013;\nE l\u00e1 me encontrar\u00e3o,&#013;\ne l\u00e1 viver\u00e3o,&#013;\ne n\u00e3o morrer\u00e3o de novo.<\/p>\n\n<\/blockquote>\n\n<p>Acrescento agora estas frases para reflex\u00e3o:<\/p>\n\n<p><strong><em>\u00abDeus \u00e9 a verdade e a n\u00f3s corresponde descobri-la\u00bb.<\/em><\/strong>&#013;\nJo\u00e3o de Muller<\/p>\n\n<p><strong><em>\u00abDeus \u00e9 o Mestre e emendador de todos\u00bb.<\/em><\/strong>&#013;\nFrei Luis de Granada<\/p>\n\n<p><strong><em>\u00abQuem n\u00e3o se humilha e engrandece a um tempo ante a ideia de Deus, n\u00e3o \u00e9 bom\u00bb.<\/em><\/strong>&#013;\nIsabel a Cat\u00f3lica<\/p>\n\n<p><strong><em>\u00abTudo quanto me mostra a Deus em meu interior, fortalece-me. Tudo quanto me mostra fora de mim, enfraquece-me\u00bb.<\/em><\/strong>&#013;\nEmerson<\/p>\n\n<p><strong><em>\u00abSe Deus n\u00e3o existisse, seria necess\u00e1rio invent\u00e1-lo\u00bb.<\/em><\/strong>&#013;\nVoltaire<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><em>GLADIUS DEI.<\/em><\/strong>&#013;\n\u2500\u2018A espada de Deus\u2019\u2500.<\/p>\n\n<p><strong>Kwen Khan Khu<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fa\u00e7o-lhes chegar com imenso prazer um poema gn\u00f3stico intitulado &#8220;A mente perfeita&#8221;. Foi achado entre os manuscritos de Nag Hamadi. 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