{"id":19369,"date":"2022-07-10T21:47:06","date_gmt":"2022-07-11T00:47:06","guid":{"rendered":"https:\/\/vopus.org\/el-origen-del-hombre-a-la-luz-de-la-antropologia-psicoanalitica\/"},"modified":"2022-07-10T21:47:08","modified_gmt":"2022-07-11T00:47:08","slug":"a-origem-do-homem-a-luz-da-antropologia-psicanalitica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/a-origem-do-homem-a-luz-da-antropologia-psicanalitica\/","title":{"rendered":"A origem do homem \u00e0 luz da antropologia psicanal\u00edtica"},"content":{"rendered":"\n<p><em>1. &#8211; D. Mestre, como poder\u00edamos definir a antropologia gn\u00f3stica?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>M. Bom, \u00e9 uma antropologia, por oposi\u00e7\u00e3o, diferente da materialista. Sabemos n\u00f3s que <em>&#8220;anthropos&#8221;<\/em> \u00e9 &#8220;homem&#8221;, n\u00e3o? <em>Anthropos, <\/em>&#8220;homem&#8221; e &#8220;antropologia&#8221;, ent\u00e3o a &#8220;origem ou hist\u00f3ria do homem&#8221;, sim? Mas &#8220;gn\u00f3stico&#8221; significa &#8220;gnose&#8221;, &#8220;conhecimento&#8221;. \u00c9 um conhecimento antropol\u00f3gico mais profundo, que vai at\u00e9 sua raiz gn\u00f3stica, at\u00e9 sua raiz sapiente. Busca o <em>homo<\/em> sapiente atrav\u00e9s de outro sistema de estudo diferente, que \u00e9 o gn\u00f3stico, precisamente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 um sistema diferente, e chegamos ao <em>homo<\/em> sapiente por um caminho muito distinto. Chegamos ao <em>homo<\/em> sapiente por meio de nossa pr\u00f3pria investiga\u00e7\u00e3o. N\u00e3o andamos buscando fora, buscamos dentro de n\u00f3s mesmos, e dentro de n\u00f3s mesmos encontramos a origem verdadeira do homem. N\u00e3o fora, mas dentro! Vejamos&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>2. &#8211; Desde aqueles tempos do Sr. Darwin at\u00e9 Haeckel e, posteriormente, desde Haeckel at\u00e9 nossos dias,&nbsp;surgiram inumer\u00e1veis hip\u00f3teses e teorias sobre a origem do homem. No entanto precisamos esclarecer de forma enf\u00e1tica que nenhuma de tais suposi\u00e7\u00f5es pode ser certamente demonstrada. O pr\u00f3prio Haeckel afirma com grande \u00eanfase que nem a geologia nem tampouco essa outra ci\u00eancia chamada filogenia&nbsp;jamais ter\u00e3o exatid\u00e3o dentro do terreno da mesm\u00edssima ci\u00eancia oficial.<\/p>\n\n\n\n<p>Se assevera\u00e7\u00e3o desse tipo faz um Haeckel, que poder\u00edamos n\u00f3s acrescentar a esta quest\u00e3o? Na realidade, isto da origem da vida e da origem do homem n\u00e3o poderia ser, certamente, conhecido enquanto a humanidade n\u00e3o tenha estudado a fundo a antropologia gn\u00f3stica.<\/p>\n\n\n\n<p>O que nos dizem os protistas materialistas? O que afirmam eles com tanta arrog\u00e2ncia? O que sup\u00f5em sobre a origem da vida e da psique humana?<\/p>\n\n\n\n<p>Recordemos com inteira claridade meridiana a famosa &#8220;monera at\u00f4mica&#8221; de Haeckel no abismo aquoso: complexo \u00e1tomo que n\u00e3o poderia de modo algum surgir do&nbsp;acaso como o sup\u00f5e esse bom senhor, ignorante, no fundo, embora louvado por muit\u00edssimos ingleses. Causou grande dano \u00e0 humanidade com suas famosas teorias.<\/p>\n\n\n\n<p>Acreditam voc\u00eas talvez que o \u00e1tomo do abismo aquoso, a monera at\u00f4mica, poderia surgir do acaso? Se para construir uma bomba at\u00f4mica se necessita da intelig\u00eancia dos cientistas, qu\u00e3o maior talento se necessitaria para a elabora\u00e7\u00e3o de um \u00e1tomo?<\/p>\n\n\n\n<p>Se neg\u00e1ssemos os princ\u00edpios inteligentes \u00e0 natureza, a mec\u00e2nica deixaria de existir, por que n\u00e3o \u00e9 possivel a exist\u00eancia da mec\u00e2nica sem mec\u00e2nicos. Se algu\u00e9m considerasse poss\u00edvel a exist\u00eancia de qualquer m\u00e1quina sem autor, eu gostaria que o demonstrasse e que pusesse os elementos qu\u00edmicos sobre o tapete do laborat\u00f3rio para que surgisse um r\u00e1dio, um autom\u00f3vel ou simplesmente uma c\u00e9lula org\u00e2nica.<\/p>\n\n\n\n<p>Acredito que j\u00e1 Dom Alfonso Herrera, o autor da plasmogenia, conseguiu fabricar a c\u00e9lula artificial, mas este sempre foi uma c\u00e9lula morta que jamais teve vida.<\/p>\n\n\n\n<p>O que dizem os protistas? Que a Consci\u00eancia, o Ser, Alma ou Esp\u00edrito, ou simplesmente os princ\u00edpios ps\u00edquicos, n\u00e3o s\u00e3o mais que evolu\u00e7\u00f5es moleculares do protoplasma atrav\u00e9s dos s\u00e9culos.<\/p>\n\n\n\n<p>Obviamente, as &#8220;almas moleculares&#8221; dos fan\u00e1ticos protistas n\u00e3o resistiriam jamais a uma an\u00e1lise de fundo. A c\u00e9lula-alma, o &#8220;bathybius&#8221; gelatinoso do famoso Haeckel \u2013 da qual surgiu toda esp\u00e9cie org\u00e2nica \u2013 est\u00e1 bom como para um Moli\u00e8re e suas caricaturas.<\/p>\n\n\n\n<p>No fundo de toda esta quest\u00e3o e depois de tanta teoria mecanicista, evolucionista, o que se tem \u00e9 o \u00edmpeto de combater o clero. Se busca sempre algum sistema, alguma teoria que satisfa\u00e7a a mente e o cora\u00e7\u00e3o para demolir o G\u00eanesis hebraico. \u00c9, precisamente, uma rea\u00e7\u00e3o contra o b\u00edblico Ad\u00e3o e sua famosa Eva, tirada de uma costela, a origem vivente dos Darwin, dos Haeckel e demais sequazes. Mas deveriam ser sinceros e manifestar sua insatisfa\u00e7\u00e3o contra todo sistema clerical. N\u00e3o est\u00e1 bem que, por simples rea\u00e7\u00e3o, se d\u00ea origem a tantas hip\u00f3teses desprovidas de qualquer embasamento s\u00e9rio.<\/p>\n\n\n\n<p>O que nos diz Sr. Darwin sobre a quest\u00e3o do macaco Catarrhini? Que, possivelmente, o homem veio de l\u00e1. No entanto, n\u00e3o o coloca de forma t\u00e3o enf\u00e1tica como sup\u00f5e os materialistas alem\u00e3es e ingleses. Sr. Darwin, em realidade e de verdade, dentro de seu sistema, p\u00f4s certos fundamentos que v\u00eam a desvirtuar e at\u00e9 aniquilar absolutamente a suposta proced\u00eancia humana do macaco, ainda que este seja o Catarrhini.<\/p>\n\n\n\n<p>Em primeiro lugar, como j\u00e1 demonstrou Huxley, o esqueleto do homem \u00e9 completamente distinto em sua constru\u00e7\u00e3o ao esqueleto do macaco. N\u00e3o duvido que haja certas semelhan\u00e7as entre o antropoide e o pobre animal intelectual, equivocadamente chamado homem, mas n\u00e3o h\u00e1 exatid\u00e3o definitiva nesta quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O esqueleto do antropoide \u00e9 trepador, foi feito para trepar; assim indica a elasticidade e constru\u00e7\u00e3o de seu sistema \u00f3sseo. Em contrapartida, o esqueleto humano \u00e9 feito para caminhar. S\u00e3o duas constru\u00e7\u00f5es \u00f3sseas diferentes. Por outro lado, a elasticidade e tamb\u00e9m o eixo craniano do antropoide e do ser humano s\u00e3o completamente diferentes. E isto nos deixa pensando muito seriamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, meus estimados irm\u00e3os, bem se disse com inteira clareza meridiana pelos mesm\u00edssimos antrop\u00f3logos materialistas que um ser organizado, de modo algum, poderia vir de outro que marchasse ao inverso, ordenado antiteticamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Nisto haveria de colocar certo exemplo. Vejamos o homem e o antropoide. O homem, ainda que nestes tempos esteja degenerado, \u00e9 um ser organizado. Estudemos a vida e costumes do antropoide e veremos que est\u00e1 ordenado de uma forma diferente, contr\u00e1ria, antit\u00e9tica. N\u00e3o poderia um ser organizado, pois, devir de outro ordenado em forma oposta, e isto o afirmam sempre, muito severamente, as mesm\u00edssimas escolas materialistas.<\/p>\n\n\n\n<p>Qual seria a idade do antropoide? Em que \u00e9poca apareceriam sobre a face da Terra os primeiros s\u00edmios? Inquestionavelmente, no Mioceno [superior]. Quem poderia neg\u00e1-lo? Teve que haver aparecido, obviamente, na terceira parte do Mioceno, h\u00e1 cinco ou doze milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Porque haveria de aparecer sobre a face da Terra os antropoides? Poderiam dar uma resposta exata os senhores da antropologia materialista, os brilhantes cientistas modernos, esses que tanto se presumem de s\u00e1bios? \u00c9 obvio que n\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o Mioceno de modo algum estava localizado dentro da famosa &#8220;Pangeia&#8221;, t\u00e3o sonhada pela geologia de tipo materialista. Resulta ostens\u00edvel que o Mioceno teve seu pr\u00f3prio cen\u00e1rio na antiga terra lem\u00farica, continente localizado anteriormente no oceano Pac\u00edfico. Como restos da Lem\u00faria temos ainda Oceania com a grande Austr\u00e1lia, a ilha de P\u00e1scoa \u2013 onde est\u00e3o esculpidos certos monolitos \u2013, etc. Que n\u00e3o o aceite a antropologia materialista por estar engarrafada completamente em sua Pangeia, o que importa \u00e0 ci\u00eancia e a n\u00f3s? Em realidade que n\u00e3o v\u00e3o descobrir a Lem\u00faria com os testes de carbono-14, ou do pot\u00e1ssio-arg\u00f4nio ou do p\u00f3len. Todos esses sistemas de testes de tipo materialista s\u00e3o bons para um Moli\u00e8re e suas caricaturas.<\/p>\n\n\n\n<p>Por estes tempos, depois das infinitas hip\u00f3teses dos Haeckel, Darwin e Huxley e todos os seus sequazes, segue-se ainda entronizando a teoria da sele\u00e7\u00e3o natural das esp\u00e9cies, outorgando-lhe nada menos que o poder de criar novas esp\u00e9cies. Em nome da verdade, temos de dizer que a sele\u00e7\u00e3o natural, como poder criador, \u00e9 simplesmente um jogo de ret\u00f3rica para os ignorantes, algo que n\u00e3o tem embasamentos. Isso de que mediante a sele\u00e7\u00e3o se consiga criar novas esp\u00e9cies, isso de que mediante a sele\u00e7\u00e3o seletiva tenha surgido o homem, resulta, no fundo, espantosamente rid\u00edculo e acusa ignor\u00e2ncia levada ao extremo.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o nego a sele\u00e7\u00e3o natural, \u00e9 \u00f3bvio que esta existe, mas n\u00e3o tem o poder de criar novas esp\u00e9cies. Em realidade e de verdade o que existe \u00e9 a sele\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica, a sele\u00e7\u00e3o de estruturas e segrega\u00e7\u00e3o dos mais aptos, isto \u00e9 tudo. Mas levar a sele\u00e7\u00e3o natural ao grau de convert\u00ea-la em um poder criador universal, \u00e9 o c\u00famulo dos c\u00famulos.<\/p>\n\n\n\n<p>A nenhum s\u00e1bio verdadeiro ocorreria semelhante tolice. Nunca foi visto que, mediante a sele\u00e7\u00e3o natural, surja alguma esp\u00e9cie nova. Quando? Em que \u00e9poca? Selecionam-se estruturas, sim, n\u00e3o o negamos. Os mais fortes triunfam nisso da luta pelo p\u00e3o de cada dia, na batalha incessante de cada instante em que se briga por comer e n\u00e3o ser comido. Obviamente, triunfa o mais forte, que transmite suas caracter\u00edsticas aos seus descendentes: caracter\u00edsticas fisiol\u00f3gicas, caracter\u00edsticas de estruturas. Ent\u00e3o, os seletos, os mais aptos segregam-se e transmitem a seus descendentes tais aptid\u00f5es. Assim \u00e9 como se deve entender a lei da sele\u00e7\u00e3o natural, assim \u00e9 como se deve compreender.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma esp\u00e9cie qualquer, nas selvas profundas da natureza, tem que lutar para engolir e n\u00e3o ser engolida. Obviamente, resulta espantosa tal luta. Como resultado triunfam, como \u00e9 natural, os mais fortes. No mais forte h\u00e1 estruturas maravilhosas, caracter\u00edsticas importantes que s\u00e3o transmitidas \u00e0 sua descend\u00eancia. Mas isso n\u00e3o implica uma mudan\u00e7a de figura, isso n\u00e3o significa nascimento de novas esp\u00e9cies. Jamais nenhum cientista materialista viu que de uma esp\u00e9cie surja outra por lei de sele\u00e7\u00e3o natural; n\u00e3o lhes consta, n\u00e3o o palparam nunca. Em que se baseiam? \u00c9 f\u00e1cil lan\u00e7ar uma hip\u00f3tese e logo afirmar de forma dogm\u00e1tica que \u00e9 a verdade e nada mais que a verdade.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, por acaso n\u00e3o s\u00e3o eles \u2013 os senhores da antropologia materialista \u2013 os que dizem que n\u00e3o creem exceto no que v\u00eaem, que n\u00e3o aceitam nada que n\u00e3o tenham visto? Que contradi\u00e7\u00e3o t\u00e3o terr\u00edvel: creem em suas hip\u00f3teses e nunca as viram!<\/p>\n\n\n\n<p>3. &#8211; S\u00e3o inumer\u00e1veis as teorias destes tontos cientistas, absurdas afirma\u00e7\u00f5es de fatos que eles jamais viram.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00f3s, os gn\u00f3sticos, n\u00e3o aceitamos supersti\u00e7\u00f5es, e essas s\u00e3o supersti\u00e7\u00f5es absurdas. N\u00f3s somos matem\u00e1ticos na investiga\u00e7\u00e3o e exigentes na express\u00e3o. N\u00e3o gostamos de tais fantasias; queremos atos, fatos concretos e definitivos.<\/p>\n\n\n\n<p>4. &#8211; Diz o Sr. Darwin que uma esp\u00e9cie que evolui positivamente de modo algum poderia descender de outra que evolui negativamente. Tamb\u00e9m afirma o Sr. Darwin que duas esp\u00e9cies similares, mas diferentes, podem referir-se a um antecessor comum, mas nunca uma viria de outra.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim conforme n\u00f3s vamos avan\u00e7ando nestas disquisi\u00e7\u00f5es da antropologia cientifica, obviamente, encontramos certas contradi\u00e7\u00f5es no materialismo. Como \u00e9 possivel que ignorem os princ\u00edpios Darwinistas? Como \u00e9 poss\u00edvel que, ainda hoje em dia, haja aqueles que pensem que o homem vem do macaco?<\/p>\n\n\n\n<p>Inquestionavelmente, os fatos est\u00e3o falando por si s\u00f3. At\u00e9 agora n\u00e3o se encontrou jamais o famoso elo perdido. Onde est\u00e1?<\/p>\n\n\n\n<p>Muito se falou sobre a exist\u00eancia do pai de Manu, o Dhyan-Chohan, mas s\u00e3o na realidade milh\u00f5es as pessoas no mundo oriental e at\u00e9 no ocidental que aceitam o Dhyan-Chohan.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 mais logica tal cren\u00e7a que aquele homem-macaco que Haeckel queria que existisse, mas que, em realidade de verdade, n\u00e3o passou de mais que uma simples fantasia de seu autor.<\/p>\n\n\n\n<p>Os tempos v\u00e3o passando e n\u00e3o foi descoberto nenhum lugar da Terra para o famoso homem-macaco. Onde estar\u00e1 um macaco que pense, que tenha uma linguagem acess\u00edvel a todo mundo? Qual \u00e9?<\/p>\n\n\n\n<p>Inquestionavelmente, esta classe de fantasias liter\u00e1rias n\u00e3o servem, no fundo, absolutamente para nada. Observe, por exemplo, o tamanho dos c\u00e9rebros. O c\u00e9rebro de um gorila, em volume, n\u00e3o chega a ser nem sequer um ter\u00e7o do c\u00e9rebro de qualquer selvagem da Austr\u00e1lia \u2013 que bem sabemos que s\u00e3o as criaturas mais primitivas de nosso globo terrestre.<\/p>\n\n\n\n<p>Faltaria um elo que ligasse o gorila mais adiantado com o selvagem mais atrasado da Austr\u00e1lia. Onde est\u00e1 esse elo? O que foi feito? Por acaso existe?<\/p>\n\n\n\n<p>5. &#8211; Existe uma grande diferen\u00e7a entre a antropologia meramente profana e a antropologia gn\u00f3stica. A antropologia meramente profana, mediante as associa\u00e7\u00f5es de tipo intelectivo, tira conclus\u00f5es l\u00f3gicas que podem n\u00e3o estar de acordo, em realidade de verdade, com os princ\u00edpios esoteristas de An\u00e1huac, ou dos toltecas, do Egito, etc. Entretanto a sabedoria gn\u00f3stica, a antropologia gn\u00f3stica, baseada nas regras precisas e em princ\u00edpios tradicionais eternos, sabe extrair das pedras arcaicas toda a sapi\u00eancia esot\u00e9rica. Assim, devemos diferenciar entre a antropologia gn\u00f3stica e a antropologia meramente intelectiva.<\/p>\n\n\n\n<p>6. &#8211; Em que se baseia a antropologia gn\u00f3stica para afirmar isto? Porque diz isso? Se baseiam n\u00e3o somente em todas as tradi\u00e7\u00f5es que v\u00eam nos livros sagrados do Egito, do antigo M\u00e9xico, dos povos incas, da terra dos maias, da Gr\u00e9cia, da \u00cdndia, da P\u00e9rsia, do Tibete, etc., mas tamb\u00e9m nas pesquisas diretas daqueles que conseguiram despertar Consci\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Aqui, nesta institui\u00e7\u00e3o, n\u00f3s vamos entregar a voc\u00eas todos os sistemas necess\u00e1rios para despertar Consci\u00eancia. E quando voc\u00eas despertarem, pesquisem e comprovar\u00e3o o que estou lhes dizendo por si mesmos, n\u00e3o porque eu o venha a dizer; comprovar\u00e3o diretamente. Mas despertem, porque assim como est\u00e3o, adormecidos, poderiam tamb\u00e9m ser v\u00edtimas das teorias aquelas de Haeckel e seus sequazes.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na realidade, isto da origem da vida e da origem do homem n\u00e3o poderia ser conhecido enquanto a humanidade n\u00e3o tenha estudado a fundo a antropologia gn\u00f3stica.<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":6241,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[130,152],"tags":[],"contenido":[274],"fuente":[49],"pilar":[],"fase":[],"conferencia":[],"read_online":[],"author_tax":[316],"class_list":["post-19369","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-antropologia-pt-br","category-atualidade","contenido-artigos","fuente-maestro","author_tax-v-m-samael-aun-weor-pt-br"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19369","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19369"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19369\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6241"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19369"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19369"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19369"},{"taxonomy":"contenido","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/contenido?post=19369"},{"taxonomy":"fuente","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/fuente?post=19369"},{"taxonomy":"pilar","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pilar?post=19369"},{"taxonomy":"fase","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/fase?post=19369"},{"taxonomy":"conferencia","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/conferencia?post=19369"},{"taxonomy":"read_online","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/read_online?post=19369"},{"taxonomy":"author_tax","embeddable":true,"href":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/author_tax?post=19369"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}