{"id":13355,"date":"2021-06-30T21:24:10","date_gmt":"2021-07-01T00:24:10","guid":{"rendered":"https:\/\/vopus.org\/?p=13355"},"modified":"2021-10-18T16:16:21","modified_gmt":"2021-10-18T19:16:21","slug":"chaves-magistrais-da-psicologia-revolucionaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vopus.org\/pt-br\/chaves-magistrais-da-psicologia-revolucionaria\/","title":{"rendered":"Chaves magistrais da Psicologia Revolucion\u00e1ria&nbsp;"},"content":{"rendered":"\n<p>1.-&nbsp;Antes de tudo, devemos saber quem somos, de onde viemos, para onde vamos, qual \u00e9 o objetivo de nossa exist\u00eancia, por que existimos, para que existimos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Trabalhar para comer, sem d\u00favida, \u00e9 necess\u00e1rio, mas isso n\u00e3o \u00e9 tudo. Com que objetivo ter\u00edamos de comer? Precisamos comer para viver, mas por que haver\u00edamos de viver? Qual \u00e9 o objetivo?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Viver por viver, sem saber por que devemos viver resulta bastante absurdo. Necessitamos saber o motivo da nossa exist\u00eancia, por que estamos neste mundo, para que estamos neste mundo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Se observarmos uma pessoa, n\u00e3o significa que a conhe\u00e7amos. Necessitamos conhec\u00ea-la.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O corpo f\u00edsico \u00e9 composto por \u00f3rg\u00e3os, os \u00f3rg\u00e3os por c\u00e9lulas, as c\u00e9lulas por mol\u00e9culas, as mol\u00e9culas por \u00e1tomos. Se decompusermos um \u00e1tomo, liberamos energia; isso \u00e9 \u00f3bvio. De maneira que, em \u00faltima s\u00edntese, o corpo f\u00edsico se resume em diferentes tipos e subtipos de energia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O que existe al\u00e9m do corpo f\u00edsico? Existir\u00e1 algo? Ou seremos apenas um monte de carne, sangue e ossos? Imposs\u00edvel! Somos algo diferente ou temos algo distinto, mas o que ser\u00e1?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>2.-&nbsp;Foram escritos muitos livros de psicologia sobre o poder da vontade, mas a que vontade eles querem se referir? N\u00e3o devemos esquecer que dentro de n\u00f3s mesmos existem milhares de vontades, que cada um dos Dem\u00f4nios Vermelhos de Seth tem sua pr\u00f3pria vontade, ent\u00e3o qual?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As vontades colidem com as vontades dentro de n\u00f3s mesmos, e as muitas mentes contra as mentes. Vivemos dentro de n\u00f3s mesmos em eterno conflito, estamos cheios de terr\u00edveis contradi\u00e7\u00f5es. Se pud\u00e9ssemos ver-nos ante um espelho de corpo inteiro, tal como somos, fugir\u00edamos apavorados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Estamos cheios de espantosas contradi\u00e7\u00f5es. O Eu, por exemplo, do centro intelectual diz em um momento: &#8220;Vou estudar um livro&#8221;. De repente, interv\u00e9m o Eu do centro do movimento e exclama: &#8220;N\u00e3o! Ler livros a esta hora? N\u00e3o, melhor ir dar um passeio de bicicleta.&#8221; Mas de repente, quando o sujeito j\u00e1 se prepara para pegar sua bicicleta, surge outro Eu, o do est\u00f4mago, e diz: &#8220;N\u00e3o, n\u00e3o, n\u00e3o, vou comer; primeiro comer, depois vir\u00e1 todo o resto&#8221;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, estamos cheios de terr\u00edveis contradi\u00e7\u00f5es. De repente, dizemos \u00e0 mulher amada: &#8220;Eu te amo, minha vida, daria a vida por voc\u00ea, meu encanto&#8230;&#8221;. Ent\u00e3o, mais tarde, estamos dizendo o mesmo para outra dama. Ent\u00e3o, onde ficamos? A dama tem um grande porte e confunde um adorador; horas depois, ela pode estar sorrindo para outro pretendente tamb\u00e9m, ent\u00e3o o qu\u00ea? Que contradi\u00e7\u00f5es t\u00e3o terr\u00edveis! \u00c0s vezes, damos a palavra em um neg\u00f3cio e, de repente, recuamos: &#8220;n\u00e3o, \u00e9 que minha m\u00e3e disse que definitivamente n\u00e3o&#8221;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o temos continuidade de prop\u00f3sitos, meus estimados amigos. Em um momento estamos pensando uma coisa e ent\u00e3o, em outro momento, outra. Vemos o jornal para saber qual filme vai passar, e at\u00e9 nos resolvemos a ir ao filme e ao teatro, mas acontece que algu\u00e9m nos diz que em outro cinema est\u00e1 melhor, e n\u00e3o vamos mais aonde \u00edamos, mas pegamos o carrinho e vamos para outro lugar. Um doente vai a um m\u00e9dico: &#8220;Doutor, tenho uma forte dor aqui, do lado do cora\u00e7\u00e3o mas \u00e9 como se n\u00e3o doesse&#8230; d\u00f3i o f\u00edgado e \u00e9 como se n\u00e3o doesse, sinto uma dor por aqui, mas \u00e0s vezes me d\u00f3i ali&#8230;&#8221;. Ent\u00e3o o m\u00e9dico responde: &#8220;Tome este rem\u00e9dio mas \u00e9 como se n\u00e3o o tomasse&#8230;&#8221;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assim estamos todos, meus queridos amigos, cheios de espantosas contradi\u00e7\u00f5es, n\u00e3o temos continuidade de prop\u00f3sitos. Come\u00e7amos a estudar na universidade de engenharia. Qu\u00e3o ditosos vamos \u00e0s primeiras aulas com o livrinho debaixo do bra\u00e7o! &#8220;Somos estudantes de Engenharia&#8221; \u2013 dizemos \u2013, e em breve, ent\u00e3o, &#8220;quer saber, melhor me tornar m\u00e9dico&#8221;; e nos filiamos ent\u00e3o \u00e0 Faculdade de Medicina e come\u00e7amos, muito judiciosos, a estudar Medicina. Um dia desses, chegamos em casa e dizemos ao pai e \u00e0 m\u00e3e: &#8220;N\u00e3o, eu n\u00e3o sirvo para m\u00e9dico, isso de fazer aut\u00f3psia nos cad\u00e1veres n\u00e3o \u00e9 nada agrad\u00e1vel, e o pior \u00e9 que tive que comer sobre a barriga de um morto&#8221;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Conclus\u00e3o, meus queridos amigos: que m\u00e9dico tampouco; e assim, viemos terminar, por a\u00ed, de empregados de algum escritoriozinho se \u00e9 que temos sorte, ou atr\u00e1s do balc\u00e3o de uma humilde loja.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Que contradi\u00e7\u00f5es terr\u00edveis que temos! Meus queridos amigos, tudo por falta de continuidade de prop\u00f3sitos. Mas a que se devem as terr\u00edveis contradi\u00e7\u00f5es? Simplesmente, \u00e0 multiplicidade de Eus que temos dentro. Dentro de n\u00f3s h\u00e1 Eus m\u00e9dicos, Eus engenheiros, Eus graduados, Eus comerciantes e at\u00e9 mesmo aprendizes de bruxo. Que tipos de Eus morar\u00e3o em n\u00f3s? Temos uma esp\u00e9cie de Jardim zool\u00f3gico ambulante. N\u00e3o \u00e9 nada agrad\u00e1vel o que estou lhes dizendo, n\u00e3o \u00e9? Mas \u00e9 assim!&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>3.-&nbsp;Inafortunadamente, as pessoas admitem facilmente que t\u00eam um corpo f\u00edsico, mas custa trabalho que compreendam sua pr\u00f3pria psicologia, que a aceitem em forma crua, real. O corpo f\u00edsico aceitam que o t\u00eam porque podem v\u00ea-lo, toc\u00e1-lo, palp\u00e1-lo. Mas a psicologia \u00e9 um pouco diferente, um pouco diferente. Certamente que como n\u00e3o podem ver sua pr\u00f3pria psique, n\u00e3o podem toc\u00e1-la, palp\u00e1-la, para eles \u00e9 algo vago que n\u00e3o entendem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quando alguma pessoa come\u00e7a a se observar, \u00e9 um sinal inequ\u00edvoco de que tem inten\u00e7\u00f5es de mudar. Quando algu\u00e9m observa a si mesmo, olha para si mesmo, est\u00e1 nos indicando que est\u00e1 se tornando diferente dos demais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nas diversas circunst\u00e2ncias da vida, podemos nos autodescobrir. \u00c9 dos distintos eventos da exist\u00eancia dos quais n\u00f3s podemos tirar o material ps\u00edquico necess\u00e1rio para o despertar da Consci\u00eancia. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas, seja em casa, seja na rua, no campo, na escola, na f\u00e1brica, etc., os defeitos que carregamos escondidos afloram espontaneamente, e se estamos alertas e vigilantes como o vigia em \u00e9poca de guerra, ent\u00e3o os vemos. Defeito descoberto deve ser compreendido integralmente em todos os n\u00edveis da mente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>4.-&nbsp;Em psicologia revolucion\u00e1ria, torna-se evidente a necessidade de uma transforma\u00e7\u00e3o radical, e esta s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel declarando a n\u00f3s mesmos uma guerra de morte, implac\u00e1vel e cruel. N\u00e3o existindo uma verdadeira individualidade em n\u00f3s, \u00e9 imposs\u00edvel que haja continuidade de prop\u00f3sitos. O que um Eu determinado afirma num instante n\u00e3o pode estar revestido de nenhuma seriedade, devido ao fato concreto de que qualquer Eu pode afirmar exatamente o oposto em qualquer momento. O mais grave \u00e9 que h\u00e1 pessoas que afirmam enfaticamente ser sempre as mesmas. O sujeito em si n\u00e3o passa de uma m\u00e1quina que prontamente serve de ve\u00edculo a um eu como a outro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>5.-&nbsp;H\u00e1 pessoas que s\u00e3o corteses com os outros, s\u00e3o decentes. H\u00e1 pessoas que brindam amizade \u00e0s outras pessoas. Esse \u00e9 o aspecto p\u00fablico ou exot\u00e9rico \u2013 digamos \u2013, mas isso n\u00e3o \u00e9 tudo. Sabendo que temos uma psicologia interior, n\u00e3o basta somente saber portar-nos decentemente com outras pessoas, n\u00e3o basta somente a fragr\u00e2ncia da amizade do ponto de vista externo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Qual \u00e9 o comportamento que n\u00f3s temos internamente para com as outras pessoas? Normalmente, aqueles que brindam amizade a outra pessoa t\u00eam duas facetas: a de fora e a de dentro. A de fora, aparentemente, \u00e9 magn\u00edfica, mas a de dentro, quem sabe?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Temos certeza de que n\u00e3o criticamos o amigo a quem brindamos tanta estima? Temos certeza de que n\u00e3o sentimos alguma antipatia por algumas de suas facetas? Temos a certeza de que n\u00e3o estamos atraindo-o para a caverna que temos na mente para tortur\u00e1-lo, para fazer esc\u00e1rnio dele enquanto lhe estamos sorrindo docemente?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quantas pessoas que estimam algu\u00e9m, em seu interior n\u00e3o deixam de criticar aquele algu\u00e9m a quem estimam, ainda que n\u00e3o exteriorizem suas cr\u00edticas, e fazem esc\u00e1rnio de seus melhores amigos, ainda que sorriam docemente na presen\u00e7a deles.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na verdade, temos de ser mais completos, mais \u00edntegros. Tentemos por um momento p\u00f4r em igualdade de marcha dois rel\u00f3gios: o de fora e o de dentro, o exterior e o psicol\u00f3gico; que marchem em perfeita harmonia um e o outro. Porque de nada adianta que estejamos nos comportando bem com nossas amizades, que estejamos brindando-lhes nosso carinho se por dentro estamos fazendo esc\u00e1rnio deles, se por dentro estamos criticando-os, se por dentro estamos torturando-os. \u00c9 melhor que os dois rel\u00f3gios \u2013o exterior e o interior\u2013 marchem em un\u00edssono segundo a segundo, de instante em instante.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Devemos ser mais completos, mais \u00edntegros; abandonar a cr\u00edtica psicol\u00f3gica mordaz, interior, \u00e0s pessoas que estimamos. Como \u00e9 poss\u00edvel essa contradi\u00e7\u00e3o, que estimemos uma pessoa e por dentro a estejamos criticando, que estejamos falando bem dessa pessoa a quem estimamos, mas por dentro estamos engolindo-a viva?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, voc\u00eas devem saber muito bem que dentro de cada um de n\u00f3s vive muita gente, todos os Eus. Quando se agarra um Eu desses e o estuda com o sentido da auto-observa\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica, pode evidenciar que tem o centro intelectual, o centro emocional e o centro motor-instintivo-sexual, ou seja, que possui os tr\u00eas c\u00e9rebros. Qualquer Eu tem mente engarrafada, tem vontade engarrafada, \u00e9 uma pessoa completa. Assim, dentro de n\u00f3s existem muitas pessoas, dentro de cada pessoa vivem muitas pessoas: os agregados ps\u00edquicos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, qualquer amizade que tenhamos merece que seja devidamente tratada. Voc\u00eas t\u00eam um amigo: h\u00e1 coisas do amigo que gostam e h\u00e1 coisas que n\u00e3o gostam. Voc\u00eas s\u00e3o amigos de algum Eu de seu amigo, ou de alguns Eus de seu amigo. Mas h\u00e1 outros eus do seu amigo que os incomodam, que lhes causam antipatia, porque temos que ter em mente que dentro de cada pessoa se manifestam muitas pessoas. Voc\u00eas costumam ser amigos de determinados agregados deste ou daquele amigo, deste ou daquele indiv\u00edduo, mas n\u00e3o s\u00e3o amigos de todos os agregados desse amigo em quest\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso dizem: &#8220;H\u00e1 coisas desse amigo que eu gosto, h\u00e1 coisas que eu n\u00e3o gosto; tem coisas boas, tem coisas ruins&#8221;. Essa \u00e9 a forma que n\u00f3s temos de falar; sim, depende do tipo de agregado que est\u00e1 em um dado momento falando.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, a amizade que sentimos pelos outros n\u00e3o \u00e9 completa. S\u00f3 sentimos amizade por alguns agregados dessa pessoa, mas n\u00e3o sentimos carinho pelos outros agregados dessa pessoa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Pode ser que essa pessoa f\u00edsico-psicol\u00f3gica \u00e0 qual estimamos tenha agregados psicol\u00f3gicos que n\u00e3o estimamos, e em determinadas horas, essa pessoa nos cai mal, precisamente, porque est\u00e3o se expressando outros agregados com os quais n\u00e3o temos amizade. Essa \u00e9 a crua realidade dos fatos!&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Se tiv\u00e9ssemos um Eu permanente, dir\u00edamos: &#8220;sou amigo de fulano de tal de forma total, completa&#8221;. N\u00e3o o encontrar\u00edamos &#8220;por\u00e9ns&#8221; nem manchas de nenhuma esp\u00e9cie. Mas acontece que n\u00e3o h\u00e1 um Eu permanente, mas muitos. Ent\u00e3o, qual desses agregados ou qual desses Eus do sujeito X \u00e9 que n\u00f3s estimamos? N\u00e3o ser\u00e3o todos! Por isso necessitamos ser compreensivos nisso da inter-rela\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>6.-&nbsp;Quando um casal se casa, deveria entender melhor a psicologia. Normalmente, um dos parceiros come\u00e7a por ferir o outro; o outro reage e fere tamb\u00e9m, se forma um conflito. Por fim, o conflito passa, os dois se reconciliam e tudo continua aparentemente em paz; mas n\u00e3o h\u00e1 tal, o ressentimento permanece.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outro dia h\u00e1 outro conflito, marido e mulher debatem por qualquer bobagem \u2013 talvez um ci\u00fame; enfim, qualquer coisa. Resultado: passa o conflito e fica outro ressentimento e, assim, de conflito em conflito, os ressentimentos v\u00e3o aumentando e a lua de mel vai se acabando. Por \u00faltimo, n\u00e3o h\u00e1 mais uma lua de mel, acabou; o que h\u00e1 s\u00e3o ressentimentos de um lado e de outro lado e se n\u00e3o se divorciam, se continuam unidos, j\u00e1 fazem isso por um dever ou apenas por paix\u00e3o animal, e isso \u00e9 tudo. Muitos matrim\u00f4nios n\u00e3o t\u00eam mais nada a ver com o amor. O amor de hoje em dia cheira a gasolina, celuloide, contas banc\u00e1rias e ressentimentos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O erro mais grave que um homem e uma mulher podem cometer \u00e9 acabar com a lua de mel. Poderia ser conservada com a condi\u00e7\u00e3o de saber conserv\u00e1-la&#8230;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>7.-&nbsp;Os psic\u00f3logos falam do Eu psicol\u00f3gico, do Eu da psicologia, da psicologia experimental, etc., mas n\u00f3s vamos adiante com uma psicologia mais profunda, com uma psicologia revolucion\u00e1ria, rebelde. Sabemos em verdade que dentro de n\u00f3s existem enormes poderes, mas precisamos que esses poderes sejam expressos atrav\u00e9s de n\u00f3s, e isso n\u00e3o se alcan\u00e7a. O que acontece? \u00c9 indispens\u00e1vel, a hora chegou de descobrirmos a causa da nossa dor&#8230;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>8.-&nbsp;A dor \u00e9 o resultado de nossos pr\u00f3prios erros. Quando se comete um erro, o fruto \u00e9 a dor. Cometemos erros porque somos imperfeitos; somos imperfeitos porque temos o Eu dentro. Quando o Eu desaparece, adv\u00e9m a n\u00f3s a aut\u00eantica e verdadeira felicidade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1.-&nbsp;Antes de tudo, devemos saber quem somos, de onde viemos, para onde vamos, qual \u00e9 o objetivo de nossa exist\u00eancia, por que existimos, para que existimos.&nbsp; Trabalhar para comer, sem d\u00favida, \u00e9 necess\u00e1rio, mas isso n\u00e3o \u00e9 tudo. Com que objetivo ter\u00edamos de comer? Precisamos comer para viver, mas por que haver\u00edamos de viver? 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